3 razões porque você ganha tão pouco como artista

Neo, conversando com “o” Oráculo!
Se você assistiu ao filme Matrix, deve ter visto o Oráculo (que na verdade é uma velha senhora que adora fumar cigarros, cozinhar biscoitos e que possui o poder de previsão, aconselhando e orientando os seres humanos na tentativa de combater o tal sistema que dá nome ao filme. Bom, eu confesso que não sou fumante, não sei cozinhar biscoitos e tampouco tenho o poder de prever o futuro, muito embora eu já tenha dado uma dica de como você mesmo pode fazer isso (clique aqui para saber mais) e claro, dentro da minha condição de ser humano, pelo menos na parte de orientação e aconselhamento eu me garanto, mesmo porque você deve ter visto no meu curso básico que foi justamente através da arte que eu comecei a ganhar dinheiro, já aos 14 anos de idade (sim, eu sou a favor do trabalho infantil)!
É claro que este assunto é muito amplo e não deve ser limitado apenas aos caracteres deste artigo, mas eu listei algumas das razões que me vieram à mente. Sinta-se à vontade para elogiar, criticar e postar os seus comentários logo baixo!
1- Você é igual a todo mundo
Ou seja, mesmo que não saiba, você é visto como uma commodity (clique aqui e saiba mais) . Você já parou para observar no tanto de gente que faz a mesma coisa que você e o pior, geralmente cobrando até mais barato? Enquanto você não descobrir e/ou enfatizar o seu diferencial, o seu cliente (ou contratante, se for o caso) sempre vai achar que o seu concorrente é seis e você, meia dúzia. Explore o seu diferencial, mesmo que seja em um nicho específico (clique aqui e saiba mais). Muitas vezes é melhor ser líder em um determinado segmento do que tentar ser em todos.
2- Você é diferente de todo mundo
O que é inversamente proporcional ao item anterior. Dependendo do caso, isso pode causar repulsa e antipatia nas pessoas que pode(ria)m pagar pelo seu trabalho, já que você assume um posicionamento radical em relação aos valores (culturais e/ou econômicos) em que elas vivem (sim, afinal são elas que vão lhe contratar)! Uma boa sugestão é você ligar o botão da humildade para se conectar melhor a elas, pois lembre-se: em muitos caso, antes de contratar o seu serviço profissional, elas precisarão gostar primeiramente de você como pessoa e, melhor do que apenas ser diferente, é poder ser surpreendente. Ah, e comece desde já a ensaiar o seu pitch!
3- Você parou no tempo
Aqui entra a chatice de você fazer o que gosta, pois você já se considera satisfeito com o que sabe, faz, tem e por isso acha que quem quiser contratá-lo vai ter que ser do seu jeito! Tudo bem né, só lembre-se de que você nunca vai vender algo só porque tem esse algo. É preciso haver o outro lado da moeda, que é o do seu cliente, pois é ele que tem o dinheiro para lhe pagar. Se você (ainda) não vive 100% do que faz, sem problema, agora se pretende ganhar dinheiro com a sua arte, você não deve (sob hipótese nenhuma) focar apenas no seu próprio umbigo, mas principalmente nas pessoas!
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Conclusão
Pessoas ajudam pessoas. Logo, se o seu trabalho não é orientado para fazer as pessoas mais felizes, mais bem sucedidas ou ao menos, menos tristes, você terá grandes chances de ser um mero trabalhador esforçado (clique aqui e saiba que tipo de profissional você é), mas que infelizmente não consegue monetizar o seu talento. Eu não falo que você deva deixar de ser o que é, o que faz, o que tem e o que sabe, mas lembre-se: embora seja bacana fazer o que se gosta, melhor ainda é ajustar as velas do seu barco para poder chegar ao máximo de pessoas possíveis, aliás, de clientes, com o detalhe de que você não precisa nem mais ficar restrito à sua zona geográfica, pois graças à internet, você pode chegar a qualquer lugar do mundo sem que você precise, de fato, estar lá (clique aqui e saiba como fazer isso de forma estratégica)!
Faça, que acontece!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




