Quando criei o título deste artigo, eu tive a ideia de fazer com que você fizesse uma associação a relacionamentos conjugais. Até que seria interessante discorrer sobre o tema, já que se formos falar sobre o ambiente virtual, o nicho de relacionamento é uma das melhores áreas para se trabalhar na internet, mas não é o caso aqui, já que o que sempre proponho a discutir com você são dicas relacionadas a carreira, finanças e negócios.
Cada um no seu quadrado
Antes de mais nada, , “nicho” pode ser, não apenas um local no qual determinada espécie, pessoa ou população vive e se reproduz dentro de determinadas condições, mas também pode ser uma espécie de cavidade, buraco ou estante onde se guardam objetos. De forma prática, veja os compartimentos do seu guarda-roupa: cada divisória daquelas representa um nicho que recebe determinados tipos de peças – existem os espaços para receber as cruzetas com suas calças e/ou vestidos, as gavetas para receber as suas peças íntimas, alguns compartimentos superiores para abrigar outros tipos de objetos e por aí vai. Cada nicho recebe um tipo específico de peça, de modo a organizar as suas coisas nos seus devidos lugares.
Tudo igual?
Partindo agora para o contexto da sua carreira profissional, dentre as coisas que eu já expliquei que nunca vão lhe dizer no mercado de trabalho é que a cada seis meses centenas de milhares de pessoas “capacitadas” são formadas por nossas universidades e lançadas na selva para disputarem umas com as outras o seu ganha-pão e é nessas horas que muitos acabam virando uma commodity e por esse motivo acabam ganhando tão pouco pelo que fazem. Vale lembrar isso não se aplica apenas ao conceito do que você possivelmente aprendeu em relação ao trabalho, afinal, ele não é algo que você faz exclusivamente dentro de uma empresa no horário comercial durante pelo menos 1/3 do seu dia, mas sim uma coisa que você faz ou qualquer coisa que você faça para ajudar outras pessoas e isso independe de hora e lugar. Aliás, você ainda vai ao trabalho?
Entre tapas e queijos
No que diz respeito ao ramo dos negócios (clique aqui e confira qual a melhor forma de começar uma empresa), uma coisa muito praticada por quem está começando é querer competir com quem já está no mercado. Empreendedores desse tipo vendem praticamente os mesmos produtos e serviços e é quase certo que estão sempre disputando para ver quem vende mais barato para o maior número de pessoas. Claro, não sou defensor de que tudo no mercado é um mar de rosas e é você quem dita as regras, mas acredite, quando você foca apenas em brigar ou criar competidores, você acaba esquecendo o principal: o cliente e claro, o seu retorno financeiro. Sendo assim, pare um pouco de dar soco no vento, respire e reflita: quem é o tipo de cliente ideal para o seu negócio? O que ele faz? Onde ele mora? Qual a idade e ocupação dele? Quais são os principais interesses, gostos e medos dele? Que tipo de serviço extra você pode oferecer para que ele realmente tenha uma ótima experiência com você?
Conclusão
São essas e outras perguntas que você pode se fazer para focar em um nicho mais específico, porém mais promissor do que ficar brigando, por exemplo, apenas por menor preço. Procure focar no valor que você pode proporcionar a ele e que ele realmente possa perceber isso. Aproveite e monte a sua base de dados também: tenha um blog no seu site, sempre fazendo referência a uma Squeeze Page e claro, sempre mantenha contato com quem faz parte da sua lista de leads, não apenas para ficar enviando spam, mas principalmente para estreitar relacionamento e confiança com ela. Isso é uma forma de você explorar a sua vantagem competitiva e claro, ter mais resultado com menos esforço e claro, com menos briga, por favor!
Faça, que acontece!
O que falam sobre o meu trabalho:






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




