Se pessoas ajudam pessoas, o que você pensa da seguinte situação:
“Por favor, me dá uma oportunidade, faço qualquer coisa, eu aprendo rápido…” essas são algumas das frases mais utilizadas por quem procura um emprego e mesmo aqueles com formação acadêmica e experiências mais sólidas estão sujeitos a adotar esse tipo de comportamento que, na minha humilde (e até grosseira) opinião, é sinônimo de total passividade… ou de educação. –> Saiba mais lendo o artigo “O que nunca vão dizer a você no mercado de trabalho”.
Não falo necessariamente da educação acadêmica ou familiar, mas da falta de visão para converter aquilo que aprenderam a fazer no decorrer de toda a sua vida em uma ferramenta capaz de ajudar outras pessoas e, como consequência disso, obter algum rendimento, seja ele modesto ou mais lucrativo.
Pensando fora da caixa
Partindo do princípio do raciocínio lógico, sugiro a seguinte reflexão: se a pessoa busca “oportunidade” numa empresa para trabalhar fazendo algo, é óbvio que essa pessoa vai ajudar tal empresa a atender a outras pessoas. Ora, se uma empresa é feita de pessoas que atendem outras pessoas, o que impede essa pessoa (que está desempregada) de querer ajudar diretamente outras pessoas? Por que ela precisa se sentir alojada numa empresa para ajudar outras pessoas a conseguir o que elas querem? Salário fixo? Provavelmente. Estabilidade? Possivelmente. Mas, e se não houver vagas de emprego? Será que esse indivíduo precisa necessariamente se omitir de ajudar quem está ao seu redor e em troca lucrar honestamente com isso?
Oh, coitadinho. Toma aqui uns quarenta Reais!
Para começar a ganhar dinheiro você não precisa necessariamente da “pena” ou “solidariedade” de um patrão. Sabe por quê? Porque ele faz o que citei anteriormente – serve pessoas! Então por que você não pode fazer o mesmo? Não seja egoísta! O que mais existe são pessoas precisando de gente habilidosa como você que sabe resolver os seus problemas (ou pelo menos amenizá-los) e com certeza elas estão dispostas a pagá-lo por isso!
O que fazer?
Estude, leia livros, faça cursos, frequente seminários, capacite-se e concentre sua energia nisso! Fez isso? Pronto! Aplique todo o conhecimento adquirido em servir aqueles que estão ao seu redor. Eles têm problemas que só você pode resolver, e o melhor: querem lhe pagar por isso!
Ajude as pessoas e seja recompensado!
Você conseguiu um emprego? Muito bom – ajude seu patrão a servir os clientes dele e propicie a ele a maior margem de lucro possível. Em troca, peça um salário! Não tem emprego? Ótimo – comece agora a ajudar da melhor forma possível as pessoas nos problemas delas com base no que você sabe fazer! Em troca, cobre por isso! Não é errado, é prudente e justo, desde que esteja nos parâmetros legais da nossa sociedade!
Faça, que acontece!
Apesar de ser uma cultura passada de geração a geração, a ideia de emprego não é a única solução para a sua falta de trabalho, o que você precisa assimilar é que em ambos os casos – seja através de uma carteira assinada ou através da iniciativa própria – tudo consiste em uma simples prática: ajudar pessoas! É por isso que você deve agir diferente dos seus pais
Clique aqui para ler o artigo Não Aja Como Seus Pais.
Faça, que acontece!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




