Cachê ou Couvert – Oportunidade ou Ameaça?
Sabe a famosa “faca de dois legumes”? Pois é, eis aqui duas palavras que resumem bem isso no contexto dos artistas e eu, como músico que sou, acredito que tenho propriedade para falar delas que, se de um lado representam um fantasma que tira o sono de muitos, representa uma ótima oportunidade para outros.
Clique aqui e saiba como ser divulgado em rádio, tv e jornal da sua cidade sem pagar nenhum centavo.
Direto ao assunto – Couvert
Couvert artístico (ou simplesmente couvert) é o valor que é acrescentado aos serviços de bares, restaurantes ou empresas similares que incluem, como serviço extra, a apresentação de um artista (shows, performances, música ao vivo, etc.).
Quando você está na condição de público, é ele que representa o pagamento daquela pessoa que está ali para proporcionar a você uma experiência através da arte e vai fazê-lo esquecer (nem que seja por alguns momentos) de seus problemas através de experiências sensoriais ligadas ao som, à visão, ao olfato, ao paladar e, dependendo do caso, até mesmo ao tato.
Quanto mais pessoas pagam o couvert, mais o artista é recompensado no final da sua apresentação e quanto menos pessoas o fazem, menos dinheiro ele. Aqui a renda é variável e o artista fica alheio à quantidade de pessoas que estarão prestigiando (ou não) o seu trabalho.
Direto ao assunto – Cachê
É o valor pago ao artista e embora tenha muito a ver com o item anterior, ele não é apenas fruto da quantidade de pessoas que pagaram ao dono do estabelecimento. Ele muitas vezes é um valor estipulado pelo artista antes da sua apresentação e, independente de o público presente “fazer a vaquinha” para pagar ou não, o acordo é previamente acertado com o contratante que deverá honrar o pagamento.
Alguns artistas trabalham com 100% do valor adiantado e outros com 50% no acordo e 50% no final da sua apresentação. Tem também quem faça o trabalho para receber imediatamente após a sua performance, enquanto existem outros que trabalham para receber somente após um prazo (essa última situação é mais comum quando se presta serviço para certas empresas e/ou entidades públicas).
Clique aqui para ler “Barato – o preço de quem paga e de quem recebe”
E o que é melhor, cachê ou couvert?
Depende. Se você pretende atuar em bares e restaurantes, não vai ser difícil o dono propor a opção 2, pois é mais confortável ele lhe repassar apenas o que você conseguiu atrair de público, principalmente se ele for do tipo que alega que está começando e ele mesmo não tem muita segurança a respeito do potencial que a empresa dele tem de atrair clientes
Clique aqui e leia o artigo “Me ajuda que eu te ajudo – o bordão mais odiado dos artistas”.
Por outro lado, se a casa for (muito bem) movimentada, é mais vantajoso para o empresário lhe pagar um cachê, pois ele sabe que as chances de lucrar através do seu trabalho são bem maiores, uma vez que o potencial do negócio dele não está necessariamente no artista, mas na quantidade de produtos e serviços agregados que ele, como empresa, pode oferecer para o público presente.
Clique aqui e confira 3 dicas para evitar maus pagadores!
Conclusão
Tudo varia muito com a sua percepção (e eu falo mais sobre isso no programa DNA Criativo –clique aqui para saber mais), pois nem sempre a oportunidade está apenas em ganhar dinheiro, mas principalmente de fazer parcerias, prova social para o seu portfólio, etc.
No entanto, um conselho que dou é: evite colocar os seus ovos em uma cesta só, pois conforme eu já falei na publicação 5 áreas lucrativas para quem trabalha com criatividade, o seu trabalho não deve ser focado apenas em bares e/ou restaurantes, uma vez que existem inúmeras formas de você se rentabilizar com a sua arte. O que você precisa fazer diariamente é sempre trabalhar a sua autoconfiança para poder fazer valer o seu trabalho (clique aqui e confira algumas dicas para isso), abrir a mente e claro: arregaçar as mangas para fazer acontecer!
Faça, que acontece!
Recomendação
Aprenda a alavancar sua carreira musical, a ampliar sua agenda de shows e definitivamente, viver de música clicando aqui.
O que o André tem a dizer sobre o meu trabalho:






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




