Prejuízo, engodo, enrolação, calote, pino…
Essas são algumas palavras que mais atormentam, desde os iniciantes aos mais experientes profissionais, sejam eles autônomos ou líderes de empresas mais consolidadas. Como minhas publicações são direcionadas aos incipientes (que possivelmente não dispõem de um departamento financeiro mais estruturado), apresento aqui três dicas para que você possa avaliar o grau de “confiabilidade” do seu (possível) cliente e assim, pelo menos reduzir as chances de se meter numa furada. Essas dicas são mais aplicáveis a prestadores de serviço.
Estrutura Física
Observe o ambiente de trabalho dele: uniforme da equipe (ele tem equipe? climatização/ventilação da empresa/escritório, higiene/iluminação do local de trabalho, móveis de escritório, etc. Isso demonstra a preocupação com a organização e a imagem que o cliente quer passar não só para você, mas para os próprios clientes dele.
Produto/Serviço
Avalie se o tal cliente possui alto fluxo de compradores, pois se você sentir que ele não tem poder de vendas, possivelmente ele não tem lucro e, se ele não tem lucro, possivelmente você será só mais uma vítima dos calotes dele.
O “Eu” do cliente
Seu cliente fala demais ou ouve demais? A conversa flui numa boa ou ele se posiciona como o cara que “manda”? Ele é benquisto, temido ou odiado pelos funcionários (desculpe o maquiavelismo!)? Avaliando isso, você pode detectar possíveis sinais de que ele não passa de um falastrão ou de um cordeiro bem intencionado, mas que infelizmente não tem como honrar os compromissos nos quais se mete.
Se seu “desconfiômetro” acreditar que vale a pena fazer o projeto, mas sabe da possibilidade do não pagamento, peça adiantamento ou, se for o caso (e aqui entra a questão do tempo ser sinônimo de dinheiro), apresente o mesmo in loco, assim, se ele gostar, possivelmente ficará inquieto em querer comprar a sua ideia. Caso você trabalhe com atividades de cunho intelectual, evite mandar suas ideias por e-mail, a não ser que você tenha algum mecanismo que propiciem a proteção do seu trabalho, como marcas d’água, imagens e/ou vídeos em baixa resolução, slides fechados, toques sonoros, etc.
Conclusão
Claro que todos nós estamos sujeitos aos “pinos”, porém, se você é um freelancer ou profissional autônomo que está começando a enveredar para o ramo do empreendedorismo, tenha pelo menos a sensibilidade de saber aonde está pisando, pois se você sabe que a areia é movediça e ainda assim teima em andar com os dois pés sem medo sobre ela, tome cuidado: você pode se afundar, pois não é todo cliente que merece ser o seu (ou nosso) cliente!
Vale lembrar que você está sujeito a ter mostrar o seu trabalho para possíveis pagadores que não conhecem o seu serviço e por esse motivo vão hesitar na hora de contratá-lo. Por esse motivo, registre os seus trabalhos anteriores, monte seu portfólio, filme-os, fotografe-os, peça depoimentos e colha os dados de seus clientes, coisas desse tipo servirão de “degustação” para que seu (futuro) comprador sinta o “gosto” do que você é capaz de fazer.
Para finalizar, comprometa-se sempre em fazer o melhor, estude, capacite-se, atualize-se, evolua… seu trabalho tenderá a ser desenvolvido com mais qualidade e, como consequência, tenderá a ser mais apreciado e valorizado. Agindo assim, você será digno de confiança e credibilidade e por isso, não tenha dúvida, os melhores clientes estão dispostos a pagar.
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




