5 áreas lucrativas para quem trabalha com criatividade
Se você trabalha com criatividade e faz parte daqueles que estão amargando a falta de trabalho, eu gostaria que você se conferisse as aulas iniciais do projeto DNA Criativo, onde eu falo como você pode tirar proveito do bicho papão que tanto amedronta inúmeros profissionais, que mesmo depois de sair da faculdade, não conseguem pensar fora do quadrado da doença que eu batizei de empregativismo.
A razão pode não ser fácil para muitos, mas é absurdamente simples, pois parte do singular princípio de que pessoas ajudam pessoas. Sendo assim, no intuito de contribuir com a sua carreira, eu gostaria de apontar essas áreas que não exigem necessariamente muita estrutura, tal como aquelas que vemos nas graaandes empresas.
Música
Caso você não tenha visto no meu curso gratuito, ela foi a minha primeira profissão e já aos meus 14 anos eu conseguia ganhar razoavelmente bem mais do que aquele humilde trabalhador que dá duro o mês inteiro para receber um mísero salário mínimo e o melhor: com muito menos esforço.
Com base na minha própria experiência, se você toca violão e sabe cantar você tem a possibilidade de fazer um bom dinheiro tocando não apenas em barzinhos, mas principalmente em eventos particulares e, no caso desta segunda opção, você pode explorar um cachê bem melhor do que algumas casas noturnas podem pagar. Se souber fazer apenas um dos dois (só cantar ou só tocar), chame um(a) parceiro(a) para fazer dupla com você.
Leia o artigo “Trabalho infantil, por que não?”.
Fotografia
Embora a era digital tenha feito com que o serviço de impressão de fotos esteja entrando para o hall das profissões extintas e muitos possam fazer seus registros a partir do próprio celular, o serviço de um fotógrafo é essencial, principalmente para momentos de grande relevância, em particular nos nichos de casamento, gestantes, recém-nascidos, aniversários, eventos empresariais, etc.
Design Gráfico/Digital
Da mesma forma que a área anterior, o serviço de um designer é de extrema importância para quem deseja se comunicar de forma mais diferenciada e aí você pode inclusive fazer convites, embalagens de produtos, anúncios para mídia impressa (como cartazes, banners, outdoors, mobiliários urbanos, revistas, etc.), além de projetos que podem ser aplicados às redes sociais, websites, aplicativos, etc.
Eventos
Você adora reunir pessoas para celebrarem momentos especiais? Você pode se dedicar a se tornar uma autoridade em nichos específicos, tais como: festa para crianças, casamentos, eventos empresariais, religiosos ou, caso ainda perceba que tenha uma boa dicção e impostação de voz, você pode ser muito útil para atuar em parceria com empresas desse ramo como um mestre de cerimônia e/ou tradutor bilíngue, caso tenha fluência em um segundo ou mais idiomas.
Marketing
Você pode se dedicar a ser consultor de empresas, auxiliando-as em suas estratégias de mercado e, como a ideia é não precisar de muita estrutura (trabalhando até mesmo sozinho), você pode se dedicar de 1 a 3 empreendimentos sem que para isso precise cumprir uma carga horária full time. Caso a sua demanda cresça, você tem duas opções: contratar os seus primeiros funcionários e/ou cobrar mais caro pelo seu serviço.
Conclusão
Não sei se você percebeu, mas as áreas aqui apresentadas podem ser altamente complementares uma das outras e, caso você perceba que existe uma oportunidade de aplica-las à sua realidade, arregace as mangas e mãos à obra.
Só se atente para o detalhe de evitar maus parceiros de negócio. Comece devagar (ainda que sozinho), mas vá dando os primeiros passos, de preferência sempre olhando mais à frente, afinal você não precisa de um plano de negócios para começar.
Aos poucos você vai ver que é não é o fato de você ser desempregado que deve impedi-lo de ajudar outras pessoas de forma honesta e ser devidamente recompensado por isso!
Faça, que acontece!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




