Certa vez ouvi dizer que coragem não é a ausência do medo, mas a ação que você toma, ainda que tenha medo. A grosso modo não cabe a mim julgar o que é fácil ou difícil; confortável ou desafiador; certo ou errado – isso, de certa forma, é uma coisa que está diretamente ligada ao que lhe foi ensinado, principalmente pelos seus pais, pela escola, pela religião, pelas suas experiências pessoais e pela forma como você assimilou como “verdade” para você.
Aos desavisados, vale lembrar que a questão aqui não é “alto” (relacionado a tamanho e proporção), mas a “auto” (do próprio ser, de si) e, no que diz respeito à autoconfiança (a confiança que se tem em si mesmo) ouso resumir que tendemos a consegui-la quando fazemos algo com muita frequência, muito embora nem saibamos o risco que corremos, pois conforme eu já falei em “6 dicas para combater medos imaginários”, muitos dos fantasmas que nos impedem de fazer e conquistar algo maior e diferente daquilo que já estamos acostumados são apenas isso: medos imaginários. Logo, o primeiro passo é identificar se esses medos são realmente intransponíveis e acredite, é quase certo que não sejam.
Como aprendemos desde cedo que não podemos errar (e a escola é um exemplo clássico disso, caso contrário, seremos punidos), tendemos a nos escorar e naquilo que já conhecemos e que, portanto, nos deixa na zona de conforto. Não gostamos que os outros saibam dos nossos fracassos ou das nossas dificuldades; não gostamos de fazer ou aprender algo por obrigação, ainda que seja para o nosso próprio benefício; não gostamos de nos sentir ridículos em algo que aparentemente é natural para outras pessoas; não gostamos de ser menos que ninguém, queremos ser pelo menos igual ao “padrão”. É simples assim! No entanto, a vida não gira ao nosso redor – felizmente para uns e infelizmente para outros, elas está o tempo todo em movimento, em evolução, em aprimoramento e é graças a isso que novas coisas vão sendo descobertas e inventadas a todo hora (veja os avanços na tecnologia, na medicina, na forma de se comunicar, etc.), enquanto que outras passam a ficar obsoletas e até mesmo inexistentes (a cura para doenças, o trabalho braçal nas indústrias, o rompimento das distâncias com a internet, etc.) . Não vou entrar aqui no mérito de discutir sobre os efeitos colaterais das coisa, mas nós, como seres humanos inteligentes, não nascemos para viver na inércia, ainda que por questões de sobrevivência.
Conforme eu falei no artigo “O sucesso dos outros e a sua tolice”, não caia naquele papo de que alguém conseguiu
realizar algo “grandioso” fazendo absolutamente tudo só. Sempre houve e sempre vai existir, por trás dos grandes feitos, pessoas que de forma direta ou indireta contribuíram para que tal coisa acontecesse, mas agora é claro, o passo inicial tem que ser dado por alguém! Sendo assim, a melhor forma de você começar a adquirir mais confiança em você, não importa o que seja, é dar o primeiro passo – comece com seus amigos, aplicando junto a eles o que você aprende em cursos, vídeos, leituras ou qualquer outra fonte de informação que você queira implementar. Em seguida, peça que eles deem feedbacks sinceros (afaste-se de gente bajuladora que apoia tudo que você faz, diz e pensa – nessas horas elas só fazem atrapalhar) e aos poucos comece a se unir a quem já faz aquilo que você está querendo: aprenda, pergunte, ensine, contribua, questione e evolua, para depois, voltar a fazer o processo anterior com os seus amigos até chegar uma hora em que você começar a fazer aquilo de forma natural e até mesmo automática. Depois, procure outras pessoas – de preferência os amigos dos seus amigos e daí por diante. Com esse simples, mas poderoso exercício você vai começar a expandir a sua mente para um universo de oportunidades, inclusive, com a possibilidade de tirar proveito financeiro desses seus experimentos. Nessa hora você vai precisar basicamente de duas coisas: tempo e dinheiro. Se não tiver dinheiro, trabalhe com o tempo que tem e se não tiver tempo, trabalhe com o dinheiro que tem.
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




