Por que eu não tenho tempo para ouvir você falar de MMN
Calma, eu não o condeno por trabalhar com MMN (Marketing Multinível), que a grosso modo é uma rede de distribuidores de um produto ou serviço, onde cada distribuidor poderá recrutar novos distribuidores e, ao realizar esse trabalho, ele receberá bônus. O motivo deste post é voltar a dizer para você tomar cuidado com promessas fáceis, pois eu mesmo fui um dos fracassados nesse ramo e outro, caso você realmente esteja focado nesse tipo de negócio, é: não seja chato!
Voltando a fita
Se eu fosse voltar no tempo, provavelmente eu estaria me vendo sentado em uma cadeira assistindo a uma apresentação de um produto “de ótima aceitação”, com “altas margens de lucro”, que para entrar no negócio, bastava eu fazer um investimento de algumas centenas de Reais e assim trabalhar na hora em que eu quisesse e blábláblá, blábláblá e blábláblá. Nessa hora, eu também ouviria os palestrantes dizerem que a empresa não investia em publicidade porque o modelo de negócio era baseado no “boca a boca” e na independência dos seus distribuidores. Pois é, como a internet estava começando naquele tempo, era até compreensível que era mais vantajoso (e barato) explorar a estratégia do corpo a corpo.
De volta para o futuro
No entanto, cá estamos no ano de 2016 e a internet, com a força das redes sociais, está com tudo! Hoje a informação está a todo vapor e eu até já compartilhei uma dica falando sobre como vender nas redes sociais, o que atesta que você pode continuar explorando tranquilamente o seu boca a boca, até mesmo sem sair do conforto do seu computador (que hoje pode ser inclusive o seu smartphone), bastando ter uma boa conexão com a internet e assim usar o funcionário 24 horas a seu favor. Essa sim, é a estratégia básica e fundamental para você vender na internet! Mas acredite: boa parte das pessoas que trabalha nessa modalidade de negócios não faz isso. Elas vivem fazendo spam no feed, no inbox e/ou no WhatsApp das pessoas através da técnica Control C + Control V. Quando têm um pouco mais de bom senso, elas até que se empenham em conversar de forma educada, mas adivinhe: elas simplesmente estão desesperadas para recrutar novos membros para a sua rede e por isso só querem vender, vender e vender. Clique aqui e saiba como atrair clientes e vender pelo WhatsApp.
Poupe a outra pe
ssoa e a si mesmo
Calma, você tem o direito (e dever de vender), mas como eu falei no começo: não seja chato! Evite querer empurrar aquilo que você promove goela abaixo das pessoas, principalmente para quem sequer mostrou interesse. De forma inversamente proporcional, não se omita de educar as pessoas: poste conteúdos relevantes e, se for o caso, promova-os no Facebook. Dessa forma, você não apenas poupa a pessoa de ter que ficar ouvindo (pacientemente) os seus argumentos e concentra o seu tempo no que realmente importa. Clique aqui e conheça os 6 itens fundamentais para você vender na internet.
Conclusão
Se você não sabe como tratar os outros, saiba que eles não estão interessados em você ou no seu produto, mas apenas neles mesmos. Portanto, ao invés de ficar fazendo panfletagem virtual, empenhe-se em gerar valor para as pessoas – é isso que vai fazer com que elas se interessem por você de forma espontânea, verdadeira. Daí a importância de você parar de investir em adjetivos e passar a ter uma Squeeze Page, para não ficar refém das redes sociais e se comunicar com quem realmente tem interesse em você. Na dúvida, fale com o seu departamento de marketing/comercial ou procure uma consultoria especializada e faça, que acontece!
O que dizem sobre o meu trabalho







Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




