O desafio de vender na internet através das redes sociais
Quando eu comecei a minha carreira de publicitário (em 2008), as mídias que predominavam eram rádio, tv, jornal, revista, outdoor, etc. Hoje, o que se vê é que a internet está ampliando cada vez mais a sua participação na vida das pessoas, principalmente através das redes sociais e é por meio delas que você pode, não apenas promover as suas ideias e opiniões, como também os seus produtos e serviços.
Mas o que fazer?
Por mais irônico que possa parecer, uma das melhores formas de se vender com a ajuda das redes sociais é justamente não querendo vender. Sabe por quê? Porque a grosso modo, as pessoas não estão nas redes sociais para comprar, mas para receber e compartilhar informações para que a partir desses conteúdos elas possam se socializar com seus amigos.
Clique aqui e leia o artigo “Pessoas ajudam pessoas”.
Agora claro, isso não quer dizer que você não deva falar do que você tem a vender, porém, diferente do mundo offline onde você tem que ser rápido, claro e objetivo, nas redes sociais você tem a grande oportunidade de educar o seu público e é justamente aí o grande pulo do gato!
Afinal, o que você anda fazendo de errado, que não consegue vender na internet?
Você sabia que existem pelo menos 7 práticas que você está fazendo (ou deixando de fazer) e que são justamente elas que provavelmente estão impedindo você de conseguir melhor retorno financeiro sobre as suas ações na internet? Clique aqui e para se cadastrar e receber o material completo por email.






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




