O alarme tocava às 6:00 da manhã!
João precisava levantar, tomar banho, se arrumar, tomar café e levar as crianças para a escola para que, às 8h, pudesse bater o ponto na imobiliária.
A rotina era de prospecção por telefone e, apesar de ter uma lista de possíveis clientes (de origem desconhecida) fornecida pelo seu superior, João tinha uma baixíssima taxa de conversão, no que diz respeito ao agendamento com verdadeiros interessados, o que consequentemente, tornava muito menor o número de fechamentos em vendas.
O ritmo era mais ou menos assim:
– Oi, aqui é o João da Imobiliária Tal. Eu vi que o senhor tem o perfil Tal e eu gostaria de apresentar o nosso mais novo empreendimento. O senhor tem interesse em conhecer?
– Não.
– Oi, aqui é o João da Imobiliária Tal. Eu vi que a senhora tem o perfil Tal e eu gostaria de apresentar o nosso mais novo empreendimento. A senhora tem interesse em conhecer?
– Não.
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não!!!
Aaaaf – o mês estava fechando e João precisava bater a meta, mas nada dava certo!
Foi quando ele ouviu falar de um tal de “Impulsionamento no Facebook” e resolveu testar pra ver o que acontecia. Criou uma Fan Page, publicou uma arte publicitária do empreendimento, separou uma quantia para investir e Impulsionou o post!
Começaram os resultados #SQN
Várias curtidas começaram a aparecer e João começou a se animar com aquilo e, de forma a apostar ainda mais na ferramenta, passou a investi r um valor a mais! Aquilo era incrível: as pessoas estavam curtindo o post e, em alguns casos até comentando.
No entanto, o prazo do Impulsionamento acabou, João não conseguiu agendar com nenhum interessado e muito menos, fazer uma venda.
Os meses iam passando, João ia torrando seu dinheiro com Impulsionamento, mas apesar de receber certas interações no post do seu empreendimento, ele sentia que algo estava errado e até hoje, João continua refém da própria sorte para tentar vender o seu empreendimento.
Fim.
Clique aqui e saiba porque fazer Impulsionamento no Facebook pode quebrar o seu negócio!
Conclusão
Você acha mesmo que é qualquer pessoa que acorda e, do dia pra noite, resolve comprar um imóvel?
É claro que não!
A pessoa precisa passar por todo um processo: a necessidade de querer ter um imóvel, o melhor local para ter o imóvel, o projeto do imóvel, a procedência da imobiliária, a comparação entre o custo-benefício entre os concorrentes, consultar o cônjuge, consultar os amigos, consultar notícias relacionadas ao assunto, juntar o dinheiro, cuidar das questões burocráticas, etc.
Todos esses (e outros) itens fazem parte da jornada do (seu) cliente e, dependendo do seu negócio (o seu empreendimento) se você não entender isso, corre o sério risco de ficar oferecendo “imóvel” para pessoas que não estão preparadas (ou nem têm o perfil) para comprar de você.
Antes de comprar de você, o seu cliente também passa por uma jornada – mais ou menos igual a citada acima – e, a melhor forma que você tem de tirar proveito financeiro disso não é necessariamente empurrando o seu melhor produto goela abaixo, mas sim, apenas uma parte dele.
Clique aqui e saiba sobre a técnica do Small Chunk!
É aqui, que ao invés de ficar apenas postando as fotos e vídeos dos seus produtos e serviços principais em si nas redes sociais, você tem a grande oportunidade de dedicar um pouco mais de energia para converter as dúvidas, as perguntas, as dores e as dificuldades que seus clientes têm (ou que nem sabem que têm) em relação ao que você vende em infoprodutos, ou simplesmente produtos de informação!
Tendo infoprodutos no seu mix de produtos, você educa, inspira, orienta, motiva e aquece o seu cliente potencial para ter uma experiência de compra inicial com você e adivinhe: você pode começar com informações básicas que ele precisa saber sobre o que você vende e, a partir daí usar isso como forma de converter um mero curioso em cliente.
É claro que existem estratégias que precisam ser trabalhadas para esse fim (inclusive para produtos Premium) e é por isso que gostaria que você se cadastrasse clicando aqui para receber a minha ajuda pessoal no desenvolvimento da sua primeira oferta digital, de modo que você possa vender algo 24 horas por dia, sem limitações geográficas, sem necessidade de estoque, armazenamento ou qualquer outra limitação que você possa imaginar.
E então, você está disposto(a) a pensar fora da caixa ou vai continuar querendo matar passarinho com tiros de canhão?
Reflita, cadastre-se agora mesmo clicando aqui e faça, que acontece!
P.S: eu não sei por quanto tempo esta oportunidade ficará disponível pra você!

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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




