O que um consultor artístico pode fazer pela sua carreira
Existe uma pesquisa que diz que você precisa de pelo menos 21 dias para fazer com que o ato de fazer algo se transforme em um hábito.
É claro que isso não é uma verdade pétrea, mas repare como certas coisas no seu dia já são praticamente feitas em piloto automático: você acorda basicamente no mesmo horário, escova os dentes fazendo a mesma quantidade de movimentos, toma café, faz as suas obrigações no trabalho (você ainda vai ao trabalho?), volta para casa, faz as mesmas coisas de sempre, etc.
Aliás, no que diz respeito ao âmbito profissional, eu já falei por que certos empresários fodásticos precisam descer do salto e é quase certo que você também precise…rsrsrs.
Uma analogia
Não cabe a mim julgar o que é bom ou ruim para você, mas saiba que boa parte daquilo que você faz no seu dia-dia é simplesmente fruto do conjunto de repetições que praticou até que puft: aquilo que era feito com certa dificuldade passou a se tornar algo completamente natural e vá por mim: existem coisas que, embora você faça de forma natural, são algo completamente complexos para certas pessoas e vice-versa.
Isso ocorre por que você simplesmente quis ou precisou sair da sua zona de conforto e um exemplo prático disso é quando você começa a fazer exercícios em uma academia.
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Não importa se você quer perder peso ou ganhar massa ou ter mais qualidade de vida, mas quando você vai a uma academia (séria), você simplesmente vai contar com a supervisão de um instrutor capacitado para orientá-lo não apenas sobre os movimentos, as repetições e as cargas a serem trabalhadas, mas também o seu descanso, aliás, ele também faz parte do seu treinamento!
No entanto, o instrutor não tem o poder de malhar por você, é você quem tem que colocar a mão na massa. Ele vai fazer um estudo com base na sua situação atual e vai orientá-lo sobre as melhores formas de você conseguir o seu objetivo.
Aliás, ter um objetivo é fundamental e esse instrutor vai orientá-lo para que você reduza ao máximo a sua trajetória, caso pense em trilhá-la por conta própria, uma vez que ele tem embasamentos técnicos que podem não só diminuir o fator tempo, como também o dinheiro que você levaria para conseguir tal meta.
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E aonde entra um consultor artístico?
Um consultor artístico é um profissional que vai orientá-lo a respeito das atitudes e estratégias que você pode tomar para ter mais resultado com menos esforço e pode, inclusive, atuar em parceria com o seu empresário e/ou produtor (caso tenha), já que com ele serão discutidas as estratégias de posicionamento, comunicação, design, finanças e marketing para poder vender melhor os seus produtos e serviços artísticos.
Pois é como eu sempre digo por aqui: se você é um artista que só pensa como artista, você não serve para ser artista! Fazer bem o seu ofício é o mínimo que você pode fazer (clique aqui e descubra que tipo de profissional você é)!
Como consultor artístico eu me proponho a contribuir com o desenvolvimento dos seus projetos profissionais e fazer com que você desligue um pouco do piloto automático e assim passe a trabalhar a sua carreira de forma mais estratégica.
Para isso, uma das melhores formas (e mais baratas) de nós fazermos isso é fazermos encontros virtuais, onde não apenas analisaremos a sua situação atual, como também discutiremos estratégias exequíveis conforme o seu perfil e claro, estaremos sempre monitorando a evolução do nosso processo.
Os outros três jeitos é você:
- Fazer um dos meus cursos, a exemplo do Enfim, Desempregado (clique aqui para se matricular agora);
- Continuar fazendo tudo por conta própria da forma que sempre fez (de acordo com o seu hábito);
- Ou simplesmente não fazer nada!
Faça, que acontece!
O que o Angelo tem a dizer sobre o meu trabalho:





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




