Estátuas e cofres e paredes pintadas…
Além disso, salas, mesas, poltronas, divisórias, scanners, telefones e computadores formam o cenário típico e tradicional de uma empresa que recebe funcionários que cumprem as suas responsabilidades diárias, contatam clientes, recebem fornecedores, fazem reuniões, emitem relatórios, etc.
Para trabalhar você precisa realmente ir ao trabalho?
Claro, numa organização empresarial (tenha ela fins lucrativos ou não) é fundamental que haja comunicação entre todas as partes envolvidas, de modo que as transações pertinentes ao funcionamento da mesma sejam, de fato, efetivados e cumpridos. É óbvio que dependendo da atividade desenvolvida é inevitável a presença física do ser humano, principalmente se consistir, por exemplo, na fabricação de produtos ou no atendimento direto ao consumidor final. Não obstante, outras funções, tais como serviços burocráticos e intelectuais, podem ser, em sua grande maioria, resolvidos por uma ferramenta que não é mais tão desconhecida assim nos nossos dias atuais. Essa coisa foi apelidada por nós de internet.
Clique aqui e saiba como começar a ganhar dinheiro sem trabalhar.
Rejeição
Por questões culturais, é compreensível que boa parte das pessoas que nunca precisaram de tal ferramenta de trabalho tenham aversão, medo ou simplesmente consigam trabalhar sem ela. No entanto, essa modalidade de trabalho – a que exige a presença física – tem forte tendência a se extirpar em muitos ramos profissionais. Péssimo para uns, ótimo para outros.
Clique aqui e saiba por que empresários fodásticos precisam descer do salto.
Não fale pra ninguém, hein!
Vou contar um segredo: os artigos que publico semanalmente são escritos na minha própria casa; meus projetos de publicidade idem; minha assessoria em redes sociais se dá, também, através do meu telefone celular; reuniões com alguns clientes (os adeptos de tal ferramenta) são feitas através de videoconferência ou simplesmente resolvidas através de um modesto e rápido e-mail; a comunicação se dá por aplicativo de mensagens instantâneas a custo zero. Pode até soar clichê, mas hoje é possível resolver boa parte dos nossos problemas através da internet. O que talvez poucos não tenham percebido é que ela pode amenizar ou até mesmo anular a necessidade da sua presença física no seu ambiente de trabalho (volto a falar: dependendo do seu ramo de atividade), possibilitando a você maior flexibilidade de produção, locomoção e até mesmo garantir significativa redução de seus custos.
Você trabalha de Home Office? Clique aqui e saiba como eu posso ajudar!
Despregue-se!
Já existem empresas que têm empregados que trabalham a partir de sua própria residência, porém esse é um novo e tímido paradigma que aos poucos vem se instalando na nossa realidade. Com base nisso, pare e reflita se realmente se faz necessária a sua presença física na sua empresa que o emprega ou se faz sentido manter aquele empregado “amarrado” nas suas instalações, caso você seja um empresário.
Claro que por trás dessa nova realidade existem questões a serem esclarecidas, decididas e seguidas, como por exemplo: não cair na preguiça, simplesmente por estar trabalhando em casa; separar as obrigações do trabalho das domiciliares; cumprir as obrigações, prazos, metas, etc.
Clique aqui e confira o artigo que escrevi sobre as vantagens da Terceirização do Trabalho.
O fato é que os que conseguem se enquadrar nessa nova tendência estão propensos a serem mais felizes, trabalhando no que gostam e gostando do que fazem. A “Geração Y” (formada pelos que nasceram depois de 1985) está pegando o andar do bonde e pode se aproveitar disso. Só não pode se queixar, caso a “Geração Z” (formada pelos que nasceram depois do ano 2000) faça essa ideia decolar e deixar para trás certos valores que já estão “saindo de moda”.
Faça, que acontece!
Gostou? Faça, como o André!
Saiba mais sobre como vender o primeiro produto digital de sua autoria clicando aqui!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




