Não gosto de trabalhar em equipe, e agora?
Imagine que você está em busca de um (novo) emprego ou de novos clientes (e tudo bem se você está passando por isso neste exato momento). Você já reparou que muitas empresas procuram por pessoas que além da formação acadêmica, tenham espírito de liderança, sejam extrovertidas, saibam trabalhar em equipe etc etc, mas embora não admita, você sente que no fundo isso não é pra você, afinal você não sabe ou simplesmente não gosta de trabalhar em equipe?
Clique aqui e leia o artigo “Vergonha, você?”.
Ah: na entrevista que fiz com o Salvio Rizzato, ele fala um pouco sobre esse mito do ideal da extroversão, que acabou virando um livro.
Pois é, apesar de esse ser o ideal do que muitas empresas enxergam como qualidade (e a grande mídia tenta impor isso através dos anúncios das próprias empresas), saiba de uma coisa: a sua capacidade de trabalhar sozinho pode gerar infinitamente muito mais resultado para você e para o seu cliente (ou empregador) do que se você fosse trabalhar dentro desse estereótipo que tentam impor a você, mas antes eu gostaria de propor a você um teste. Pegue papel e caneta para avaliar os seu perfil. A pontuação vai se dar da seguinte forma:
- 3 pontos – para “quase sempre”
- 2 pontos – para “muitas vezes”
- 1 ponto – para “poucas vezes”
- Nenhum ponto – para “quase nunca”
Saiba muito mais sobre esse assunto no meu curso on line “Enfim, Desempregado” clicando aqui! Veja o que a Karina e o Moisés têm a dizer sobre ele:
Clique aqui e saiba mais sobre o Enfim, Desempregado e claro: faça, que acontece!!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




