Lembro quando ia participar de processos de seleção atrás de emprego. Eu particularmente não era muito fã daquelas dinâmicas em grupo. Embora não fosse tão tímido, eu achava um tanto desconfortável tais situações onde disputávamos para sermos os líderes das nossas equipes, pois eu lia na literatura especializada que as empresas precisavam de pessoas capazes de influenciar e delegar funções a outras, logo, eu deveria saber fazer o dever de casa, aliás, da empresa que possivelmente iria me contratar. Em boa parte das situações, sempre havia um ser mais falante, mais expressivo e que, por conta disso, “derrotava” os concorrentes (inclusive eu) e assim, garantia a sua contratação.
Sinceramente? Eu me sentia péssimo! Eu não sabia explicar se o errado era eu ou o profissional de Recursos Humanos. Na verdade, parecia ser a primeira opção, apesar de ser difícil admitir.
Cursos eram feitos, livros eram comprados e revistas eram devoradas – tudo na ânsia de me “curar” da tal introversão. Confesso que melhorei em muita coisa, em outras não. No entanto, percebi que ser extrovertido é mais um dos valores inventados e empregados pelos grandes capitalistas, lá dos tempos mais remotos, não necessariamente por questão da relação interpessoal, mas, sobretudo, a comercial, a financeira, a pecuniária. Talvez um dia eu me aprofunde mais nos estudos, mas penso que não é à toa que boa parte dos indivíduos que procuram o serviço público têm, como personalidade, a introversão. A iniciativa privada não permite isso! Nela, ou em boa parte dela, você tem que incorporar a qualquer custo a missão da empresa que vai contratá-lo: vender! Por conta disso, você deve ser extrovertido e alegre, afinal a sociedade passou a aceitar essas qualidades como as verdadeiras, desprezando aqueles que não tem o perfil “desejado”.
Dessa forma, se você almeja trabalhar para uma empresa, certifique-se de ter essas qualidades, caso contrário espere o próximo (e longínquo) concurso público. Senão, seja um empreendedor e escolha quem você quer atender e escolha um extrovertido para preencher aquilo que você não é, caso você seja um introvertido.
Faça, que acontece!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




