Largar o emprego e empreender vale mesmo a pena?
Como você sabe, boa parte tem o sonho de trabalhar por conta própria, abrir uma empresa, gerar empregos, etc., não é?
Só que não! Hehehehe!
Isso porque a maioria das pessoas prefere ter um emprego de carteira assinada em horário comercial para um dia se aposentar pelo nosso “querido” INSS.
Quem dera se querer fosse poder!
No fundo você sabe que na prática não funciona assim, não é?
Tem gente que empreende por que quer.
Tem gente que empreende por necessidade e, se você quer saber o que penso sobre a possibilidade de voltar a ser empregado, clique aqui e conheça o projeto Enfim, Desempregado.
O que é empreender?
Eu defino como a capacidade de identificar problemas e encontrar meios de soluciona-los de forma lucrativa, seja em forma de produtos ou serviços.
Em outras palavras, sabe quem tem problemas? Nós, seres humanos! Pessoas como eu e você.
Sabe quem paga por soluções? Nós, seres humanos.
Portanto, o que está por trás do empreendedorismo é o ato de ajudar pessoas e para isso, você não precisa esperar um emprego para aparecer.
Não largue o seu emprego
Se você pensa em empreender apenas como uma desculpa para fugir do seu trabalho atual, eu sugiro que você faça o exercício que eu proponho no vídeo.
Você odeia trabalhar em equipe? Clique aqui e saiba como tirar proveito disso!
Não fique no seu emprego
Se você pensa em empreender porque viu uma oportunidade no mercado, eu sugiro que você faça o exercício que eu proponho no vídeo.
Clique aqui e saiba por que você não deve fazer nem faculdade e nem pós-graduação.
Minhas recomendações a você, com base no que foi falado no vídeo.
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




