Ganhar dinheiro ou fazer o que gosta, o que é melhor?
Penso que a melhor forma de responder a esta pergunta é com outra pergunta: o que você pensa e/ou sente quando chega a segunda-feira? Bom, a não ser que você alegue que não tenha um emprego (e isso nem serve de desculpa para você não trabalhar), pode ser que você se enquadre na estatística daqueles que vão ao trabalho arrastando as correntes, tal como eu já falei no artigo “Contrata-se escravos”, mas também pode ser que faça parte da outra estatística, formada por quem não vê a hora de colocar a mão na massa, pois está trabalhando na realização dos seus próprios sonhos e objetivos, e não nos de terceiros.
O fel do mel
Em relação ao item 1 da questão, eu já dei algumas ideias sobre qual é o ramo que dá mais dinheiro e, conforme dito, eu espero que você tenha o perfil adequado para agarrar essas profissões tão lucrativas, que remuneram de forma estratosférica os tais profissionais envolvidos, se formos comparar aos humildes trabalhadores que aprenderam com os seus pais, a escola e até mesmo a faculdade sobre as profissões tradicionais. Apesar disso, nem tudo funciona na base das mil maravilhas quando você faz o que gosta e, dependendo do caso, você pode provar do fel da chatice de você fazer o que gosta, principalmente quando você já se dá como satisfeito em relação ao que faz, tem, conquistou e, infelizmente, é por causa dessa Preguiça que mais cedo ou mais tarde a sua carreira pode entrar para o hall das famosas ”Profissões Extintas”.
Foque nas pessoas, não em você
Me valendo mais uma vez de dados estatísticos, quando você opta por trabalhar apenas pelo que dá dinheiro, você corre o sério risco de entrar na amostra daqueles que, embora possuam riqueza material, são pessoas que deixaram a ambição ceder espaço para a ganância e, apesar de externarem bom gosto e status, são simplesmente indivíduos que não conseguem sentir um gosto agradável na vida (profissional) que levam. Por outro lado, não adianta você viver fazendo apenas o que gosta se você não se empenha em ajudar pessoas com essa tal coisa que gosta de fazer. Sim, Pessoas ajudam pessoas e a primeira coisa que você precisa para começar a lucrar com elas é entender como tratar os outros – essa é a chave inicial do casamento “ganhar dinheiro e fazer o que gosta”.
Mas o que eu gosto de fazer não dá dinheiro!
Caso você perceba que realmente não jeito – o que você gosta de fazer não dá dinheiro -, talvez o ideal seja você se dedicar a conhecer algo que esteja dando e assim começar a estudar e se qualificar cada vez mais nessa área. Para conseguir um emprego? Não necessariamente! Lembre-se: “Pessoas ajudam pessoas”. Sendo assim, procure se unir a quem já está fazendo a coisa acontecer, de modo que você possa aprender e ensinar cada vez mais com essas mesmas pessoas e aos poucos começar a se tornar um especialista nesse tal ramo. Utilize a internet para ter um funcionário que trabalhe 24 horas por você e assim vá construindo autoridade no seu mercado de atuação, compartilhe o que aprende na internet em forma de artigos e vídeos, ofereça-se para palestrar em instituições de ensino e até mesmo em sindicatos e/ou entidades de classe, converta os seus conhecimentos em produtos digitais e hospede os mesmos em gateways de pagamento.
Tá, mas e quanto ao dinheiro?
O dinheiro? Ah sim, eu ia esquecendo! Vá por mim: ele é mera consequência de algumas estratégias que você pode adotar. Para saber mais sobre elas, clique aqui e faça, que acontece!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




