Como vender na internet se não posso falar meu preço?
Essa é uma pergunta comum, principalmente por parte de médicos, advogados e outros tipos de profissionais que muitas vezes têm, em seu código de ética, certas restrições no que diz respeito à pratica comercial dos seus produtos e serviços, conforme eu já falei neste vídeo sobre como vender respeitando a ética profissional.
Pode ser inclusive, que mesmo que você não tenha certas diretrizes no seu segmento profissional, você simplesmente prefira não mencionar o seu preço de forma pública, mas uma coisa é certa: se você vive do que vende, uma hora você vai precisar fazer a sua oferta e para isso vai ter que dizer sim o seu preço! Com base nisso, você tem algumas opções:
Faça o que todo mundo faz
Elabore uma arte com um bom design (clique para conferir algumas dicas para isso) e um bom texto, de forma que você possa copiar e colar.
Feito isso, explore os grupos do Facebook e também o Messenger para fazer o famoso Control C + Control V.
Aproveite e faça a mesma coisa no WhatsApp através do recurso de Transmissão (colocando nela o maior número de pessoas possíveis) e claro, o mesmo se aplica para os grupos que você participa. Foque sempre na quantidade de pessoas impactadas!
Fez isso? Agora torça para ter algum resultado e boa sorte!
Clique aqui e saiba por que não adianta você ter apenas seguidores!
Ou comece a trabalhar de forma estratégica
Tem um cara que pode trabalhar de graça para você durante 24 horas por dia (clique aqui e saiba quem é ele). Explore à vontade esse cara, mas lembre-se de não ser chato, pelo contrário: seja útil, interessante e relevante às pessoas: é esse o grande segredo de explorar o inbound marketing a seu favor! Tendo a ciência disso, siga as seguintes etapas:
- Converta os seu seguidores em leads (clique aqui se você não sabe o que é isso);
- Comece a considerar a possibilidade de ter o seu próprio site com blog (clique aqui para entender a diferença entre um e outro);
- Tenha um formulário legível no seu site (clique aqui se você não sabe o que é isso);
- Tenha uma Squeeze Page com uma boa recompensa para o visitante do seu site (clique aqui se você não sabe o que é isso);
- Cultive o relacionamento com essa pessoa que agora é um lead seu;
- Faça sua oferta e venda (se for o caso, você pode inclusive começar a explorar gateways de pagamento);
- Repita sempre o passo 5 e 6;
É fácil? Não! É simples? É!
Mas eu não tenho um site e sequer sei como começar
Você também pode explorar o WhatsApp de forma estratégica (clique aqui e confira o que funciona e o que não funciona com quem quer vender pelo app) ou simplesmente pode responder a minha pesquisa para que eu entre em contato com você para que possamos agendar uma consultoria gratuita e assim orientá-lo sobre como proceder e até mesmo botar a mão na massa por você. Basta clicar aqui!
Se você dispõe de recursos para contratar uma equipe, eu sugiro que você tenha pelo menos três tipo de profissionais: um designer, um jornalista e um programador.
De modo geral, eles não devem apenas ficar alimentando as suas redes sociais com posts criativos e com frequentes anúncios das suas promoções e ofertas imperdíveis e tampouco aconselho você deixar a vaidade de ver que as pessoas estão curtindo os seus posts tomar conta do seu ego.
As redes sociais são apenas um meio que vão ligar as pessoas ao seu negócio (loja, consultório, fábrica, etc.) e ele, virtualmente falando, nada mais é do que o seu site!
É lá que a “coi$a” precisa acontecer, inclusive, sem que alguém esteja presente, se esse for o seu caso!
Clique aqui e saiba por que não adianta você só ter seguidores / curtidores!
No mais, faça, que acontece!
O que a Eliana tem a dizer sobre o meu trabalho:
Cadastre-se gratuitamente clicando aqui e conheça algumas das principais práticas que impedem empreendedores como você de vender produtos e serviços através da internet!







Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




