Como vender seus serviços pela internet respeitando a sua entidade de classe
Se você é um profissional liberal (arquiteto, médico, advogado, etc.), deve saber da importância de se respeitar os conceitos éticos da sua profissão, principalmente no que diz respeito a certas práticas comerciais, já que a grosso modo não é recomendável você ficar mencionando os preços praticados pelos seus produtos e/ou serviços, além de promessas de resultados.
O que a maioria faz
No que diz respeito a estratégias no mundo digital, é muito comum ver páginas com várias artes gráficas (anúncios), geralmente feita por designers, mostrando os produtos e serviços oferecidos, além dos equipamentos adquiridos.
Legal, isso é digno de ser conteúdo para que as pessoas vejam que as suas páginas (principalmente nas redes sociais) têm conteúdo.
Clique aqui e confira algumas dicas de design para quem não é designer.
O que a maioria esquece
Ainda que tenham um site, muitos ficam tão focados nas redes sociais que acabam esquecendo que é justamente através dele (do seu site) que você pode não apenas receber visitantes para que estes conheçam o que você tem a oferecer, mas principalmente converter interessados em clientes em potencial através de uma Squeeze Page.
Clique aqui e saiba como vender sem vender.
Relacionamento, Posicionamento e Vendas
É através do seu site que você consegue unir o útil ao agradável, pois além da possibilidade de atrair clientes em potencial para que você possa estreitar e ampliar o seu relacionamento com eles, você passa a ser visto como uma autoridade no seu ramo de atuação.
E ainda, se for o caso, você pode concretizar (direta ou indiretamente), aquilo que você mais quer: a conversão de vendas, sem contar com o destaque que ele pode ganhar perante os mecanismos de busca como Google, Bing, Yahoo, etc.
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




