Artistas de cinema ganham mais do que os de teatro! E você com isso?
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Voltando ao assunto
“Não priemos cânico”, esse é o famoso bordão do saudoso super-herói Chapolin Colorado e confesso que o título deste artigo foi justamente chamar a sua atenção para que você pense fora do quadrado, mesmo porque eu já falei por aqui que alguns profissionais e empreendedores fodásticos precisam descer do salto (hehehe… não contavam com minha astúcia?)!
Desligue o piloto automático
Sabe por que você está aonde está? Porque provavelmente você está fazendo as mesmas coisas que aprendeu, ou melhor, você parou de aprender, parou de evoluir, parou de conhecer novas ferramentas para fazer melhor o que faz e por esse motivo é quase certo que, embora até possa gostar do que faz, você esteja deixando algumas oportunidades de lucrar mais passarem batidas e um grande exemplo disso é apostar na venda dos seus conhecimentos e das experiências que você adquiriu com o seu passado.
O que um artista de teatro faz
Não vou me ater a situações específicas antes da apresentação em si (o que também chamamos de pré-evento), mas a grosso modo, ele precisa planejar o seu espetáculo, investir em figurino, cenário, iluminação, direção, produção, divulgação e em todo o staff necessário para fazer a coisa acontecer nos dias e horários programados, sem contar com inúmeras horas de viagens, ensaios, etc.
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Após a exibição da sua performance é que ele vai conferir o que deu certo, o que não deu e claro, conferir o lucro do seu trabalho e assim sucessivamente. Em resumo, ele é pago pela quantidade de vezes que trabalha e só ganha dinheiro nas sessões em que o seu espetáculo é apresentado. Logo, se ele deixar de trabalhar, não irá receber!
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O que um artista de cinema faz
Bom, pelo menos aparentemente, a mesma coisa, né?
Só tem uma diferença: paradoxalmente falando, ele pode trabalhar, não apenas em duas ou três sessões no mesmo teatro , mas em dezenas, centenas e até milhares de salas ao mesmo tempo e o principal: em toda e qualquer parte do mundo, a toda e qualquer hora!
A ironia é que ele está em todos esses lugares ao mesmo tempo sem estar em nenhum. Sabe o nome disso? Escalabilidade – não importa se ele está vendendo o seu “espetáculo” para uma, cem ou milhões de pessoas, pois esse modelo de negócio não tem limite de estoque, de capacidade ou de tempo, exceto é claro, pelo caso da retirada do filme de cartaz, aliás, caso você não saiba, isso é até uma das técnicas de marketing que chamamos de gatilhos mentais. Clique aqui para saber mais!
E o que isso tem a ver com você
A minha sugestão é que você comece a se empenhar em trabalhar com algo que o possibilite a vender em escala, de modo que você possa ter um modelo de negócios que funcione como se fosse o seu funcionário 24 horas e adivinhe: a ideia é que você venda algo, mas que você fique com esse algo!
Parece estranho?
Pois é, se trata de você vender o seu conhecimento onde, a grosso modo, basta você ter uma boa ideia, um computador e uma boa internet! Isso tem sido cada vez mais comum nos dias atuais e, embora você até goste do trabalho atual que faz presencialmente, nada impede que você multiplique os seus resultados por 2, 5, 10, 100 ou 1 milhão de vezes! Isso porque quando você se propõe a trabalhar em escala via web, o fator geográfico e o fator quantitativo dos seus produtos simplesmente deixa de existir. Clique aqui e conheça algumas ferramentas!
É fácil? Não, mas pode ser muito mais simples do que você possa imaginar! Resta saber se você quer continuar como ator de teatro ou virar uma estrela de cinema! Quer saber mais? Clique aqui para conhecer a proposta do Curso DNA Criativo e faça, que acontece!







Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




