Se deparar com cliente que não valoriza o seu trabalho…
Essa é uma das queixas mais comuns de empreendedores que fazem Checkup de Presença Digital comigo e acredite, ela é muito presente em vários, senão em todos os segmentos profissionais.
Pensando nisso, eu resolvi listar 3 dicas para ajudar você a encontrar soluções para esse problema. Mas afinal, o que fazer se seu cliente não valoriza o seu trabalho?
1. Trabalhe de graça
Calma, eu não estou falando para você ser escravo do seu cliente e entrar naquela conversa de “trabalhar por amor”. O pulo do gato para você trabalhar de graça, porém, de forma estratégica, é explorando o Inbound Marketing a seu favor.
Empenhe-se não apenas em ter o seu portfólio de produtos e serviços, mas principalmente em produzir conteúdos que realmente sejam relevantes para o seu cliente, coloque no seu blog, nas redes sociais e prove a ele que você sabe o que diz.
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Para isso você pode usar, tanto a sua ferramenta de email marketing para trabalhar automaticamente por você ou Chatbots, caso queira ter um atendimento personalizado no Facebook. De tanto você gerar valor gratuito, é quase certo que ele vá ficar mais à vontade de pagar aquilo que você cobra, mesmo que seja mais que o valor dos seus concorrentes, afinal, nessa hora você vai estar sendo visto como uma autoridade!
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2. Identifique e enfatize o que você tem de diferente
Parece até clichê falar isso, mas você já reparou para pensar no tanto de gente ou empresa que faz praticamente a mesma coisa que você? Se você faz o que todo mundo faz, o seu cliente vai entender, mesmo que de forma inconsciente, que você é como se fosse uma commodity, ou seja, você é só mais um, dentre centenas e milhares de outros que podem ser facilmente encontrados, comprados ou contratados.
Se esse for o seu caso, mude o nome daquela coisa que você faz ou vende, acrescente uma pitada ou característica que só você tem e cobre mais por isso. Ah, e por favor: não vale entrar naquele papo manjado de varejo barato que diz que você tem “o melhor atendimento”, “profissionais qualificados”, ambiente climatizado”. A grosso modo, isso não deve ser pautado como diferencial e sim, como obrigação da sua parte!
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3. Dispense esse cliente
Eu não estou querendo dizer isso num tom de prepotência, mas cá pra nós: será que vale a pena mesmo se estressar com quem não valoriza o seu trabalho? Eu já falei aqui que o cliente (nem) sempre tem razão e, com base em minha experiência, se ele é do tipo que lhe dá trabalho mas não dá lucro (e nem tempo) para você investir em si e nem no seu negócio, acho bom você renunciar esse fardo para a sua carreira ou empresa, pois aqui cabe o pensamento da sabedoria popular que diz que menos é mais!
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Conclusão
Se o cliente não valoriza o seu trabalho, o problema pode estar:
- Em você, que de alguma forma não conseguiu externalizar o diferencial e o valor do seu trabalho;
- No seu cliente, que infelizmente (ainda) não tem o potencial financeiro suficiente para pagar por algo tão diferenciado e exclusivo;
Reflita e faça, que acontece!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




