Sabe por que você não ganha dinheiro?
É o seguinte: no conceito tradicional do mercado de trabalho, ou melhor, do emprego, você é contratado para trabalhar em uma empresa (que, como eu sempre digo, é feita de pessoas) com base na sua formação acadêmica, nos seus talentos e nas suas habilidades, de modo que o seu (possível) empregador enxergue que você é capaz de resolver os problemas DELE. Eu falo “conceito tradicional” porque eu já sugeri para que você não aja como seus pais, afinal, no tempo em que eles eram jovens, o modelo de se ter um emprego fixo, com carteira assinada, férias e a tão sonhada aposentadoria (que hoje mal paga as suas despesas médicas) era o paradigma que imperava.
Evite a boiada
Hoje, infelizmente, muitos da geração atual continuam sendo doutrinados a seguir o quase obsoleto conselho dos seus genitores, da escola tradicional e quiçá, até mesmo da faculdade: estude para ter um bom emprego! Veja, o problema não é você conseguir um emprego – isso com certeza deve ser comemorado, pois com o seu salário você faz a nossa economia rodar e quanto mais ela estiver em movimento, mais funcionários o seu patrão vai poder contratar, mais impostos o Governo vai arrecadar e mais coisas boas ele vai poder fazer pela população (bom… essa última parte eu prefiro não comentar).
Clique aqui e leia “Não aja como seus pais”.
O problema é o contrário: é você não conseguir emprego, é você ficar sem trabalho, é você ficar sem dinheiro, é a economia parar de funcionar…entendeu? Enquanto você ficar com a mente “pregada” na ideia de que só é através um emprego que se pode ganhar dinheiro, você está fatalmente condenado ao fracasso profissional e financeiro. Aí, adivinha quem vai sofre junto com você: a sua família, que não vai dispor dos bens necessários para viver, o padeiro da esquina que vai ficar sem vender e que vai demitir o seu funcionário, que não vai poder proporcionar as coisas para a sua família dele, etc. Entendeu?
Não é só você que se dá mal – quando você não tem poder de compra, você direta ou indiretamente influencia em alguma esfera da economia, que por deixar de ganhar o seu dinheiro, vai demitir, vai reduzir a sua arrecadação, vai deixar de incentivar projetos sociais, e tudo mais, como se fosse uma bola de neve.
Clique aqui e saiba como começar um negócio sem dinheiro.
Então vá por mim!
Você realmente estuda, se qualifica e se capacita? Procure um trabalho onde você possa aplicar e aprimorar tudo que aprende! Conseguiu um emprego? Ótimo, faça de tudo para que o seu patrão ganhe cada vez mais dinheiro (sim – esse é o seu papel como empregado: deixar o seu patrão mais rico)! Não tem emprego? Seja um parceiro dessa empresa que não quis (ou não pôde) empregá-lo, fazendo o que faria como empregado, porém sem dedicação total! Ela não aceita? Procure a concorrência! Faz sentido?
Clique aqui e saiba por que você não deve mandar currículo para empresas!
Senão, procure pessoas, mostre a elas dos resultados que você é capaz de entregar, das soluções que você pode oferecer e, ainda que você não consiga resolver todos os problemas, eis aqui o pulo do gato: tenha alguém que faça o que você não pode, não sabe ou simplesmente não quer fazer. Em contra-partida, coloque um percentual para você e revenda para quem precisa daquela solução, daquele produto ou daquele serviço. Trocando em miúdos: ajude as pessoas a serem mais felizes ou mais bem sucedidas! É isso que vai fazer com que o dinheiro chegue em suas mãos, agora claro, sempre se atentando de fazer tudo dentro da legalidade!
Clique aqui e leia “Quando você é mais sem ser o melhor”.
Fala sério! Você só não ganha (mais) dinheiro se não quiser!
Gostou? Faça, como a Regina!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




