Piloto Automático
Acorda às 05:30, dá uma leve esfregada nos olhos, pisa com o pé direito para dar sorte, prepara o café e parte para o banheiro. Lá escova os dentes e se enfia debaixo do chuveiro, lamentando o chato, árduo e estressante dia de trabalho, tendo que aturar toda aquela carga negativa de um patrão que não consegue ou não pode entender (ou atender) as suas reais necessidades e aspirações profissionais. Mas é assim mesmo, pois embora tivesse o canudo de ensino superior, nunca tivera a oportunidade de trabalhar na sua área de atuação, uma vez que não existia nenhuma empresa contratando (na verdade, nunca fora chamada para mostrar o seu talento e competência, não obstante as várias entrevistas).
Por esse motivo se agarrou à primeira oportunidade de emprego que apareceu, precisou desaprender tudo que vira nos últimos 4 anos, na época da academia, aliás, de nada eles tinham lhe servido. O salário mal garantia o pagamento das contas e a vida parecia acinzentada, moribunda, sem sabor, sem sentido e sem valor. Claro, ela odiava aquele emprego, mas precisava estar ali, anulando a si mesma durante as intermináveis horas dos longínquos dias que iam vagarosamente se alastrando.
Ajude!
Caro(a) amigo(a), profissionalmente falando, não é difícil encontrar gente assim – que vive fazendo o que não gosta e nem acredita e que parece se dedicar a ser infeliz no trabalho. Caso você conheça alguém se enquadre nessa situação (ou será que você se identificou com esse perfil?), eu sugiro que você apresente a passagem de um e-mail interessante que recebi, cujo autor é desconhecido:
“Se estiver infeliz no seu trabalho, peça demissão. É apenas um emprego e você não vai morrer se perdê-lo, mas morre um pouquinho a cada dia que continua nele. Não deixe de sair porque precisa ficar até tarde trabalhando, todas as noites de sono perdidas são sonhos que você desperdiça. Mude de postura, de desejo, de vida. Seja mais exigente com você, mas exija mais respeito também. Siga seu coração. Você pode realizar tudo que quiser, saiba disso e não deixe ninguém convencê-lo do contrário. Arrisque, pois algo que começa pode dar certo ou errado, porém, algo que não começa nunca vai dar errado, da mesma forma que nunca vai dar certo. Esforce-se, acredite em você, em sua capacidade, em seu sonho, realize todos os seus projetos engavetados. Tenha paciência e persistência sempre. A vida é curta – se você não está vivendo seu sonho, você não está vivendo, por isso, faça algo, mas faça agora!”
Diferente e igual; Igual e diferente
Entendo que possa parecer difícil se libertar de uma cultura comportamental adquirida nos tempos em que você aprendeu que um emprego é algo penoso, estressante e uma série de adjetivos negativos, porém, comece trabalhando de forma diferente: ora, se nele você é obrigado a servir pessoas fazendo alguma coisa, por que você não começa a servir outras pessoas fazendo aquilo que mais gosta, quando estiver fora do seu ambiente de trabalho? Com a prática e a boa aceitação por parte de quem recebe a sua ajuda, você corre o sério risco de receber gratificações (financeiras) por tal ato e pode vir a se tornar um empreendedor de sucesso.
Portanto, viva! Não permita que o trabalho tire parte de sua vida, não se suicide através dele fazendo coisas que não lhe aprazem. Não peça favor, ofereça ajuda com o que você sabe e gosta de fazer – é ela que é uma das molas impulsionadoras de se fazer sentir vivo e rico, material e espiritualmente.
Faça, que acontece!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




