Por que deixar o seu chefe pode ser uma atitude inteligente?
Eu sempre via nas revistas, nos programas de tv e na internet o que “as empresas queriam” e uma das coisas muito valorizada eram funcionários que tinham iniciativa, proatividade, liderança, etc. – e assim a gente tende a querer atender as necessidades delas.
Quando consegue um emprego (enfim, empregado..hehehehe) e os devidos direitos trabalhistas assegurados, você se empenha em dar o seu melhor para aquela empresa que o contratou com base nas qualidades mencionada e eu não fui diferente. Eu estava empolgado no meu primeiro (e único) emprego, até que eu percebi que a empresa quase nunca acatava as minhas ideias.
Prepare-se!
O “líder” da sua equipe ou empresa pode virar o “chefe” que só vai mandar e você vai precisar obedecer!
Se isso acontecer, das duas uma:
Considere a possibilidade de sair dessa empresa ou , se for o caso, comece a se atentar para algo que provavelmente nunca ninguém vai lhe dizer, embora você já esteja fazendo de forma inconsciente. Assista até o final e confira.
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




