“Rafael Freire está se sentindo filósofo” – foi assim que atualizei o meu status hoje, enquanto escrevia este artigo. Sim, fiquei pensando em coisas que fazemos ou acreditamos simplesmente porque disseram pra gente que tem que ser “desse jeito” e pronto: apenas cale a boca, aceite e obedeça! Torça para um time, brigue por ele, não passe por baixo da escada, evite cruzar com gato preto, dinheiro não traz felicidade, quem não chora não mama, tenha uma religião, estude e tire boas notas para ter um bom emprego, seja sorridente, seja comunicativo, faça isso, seja aquilo… Nossa, são tantas as frases prontas que até parece que elas são receita de bolo: basta seguir o passo a passo e tudo há de se resolver e ficar bem (ou mal)!
Sim, na verdade, muitas coisas foram repassadas pelas gerações anteriores, como uma forma de tentar evitar que as atuais precisem passar pelos íngremes caminhos do aprendizado, facilitando o caminho daqueles que não conhecem o modus operandi de determinada coisa. Para isso chamamos “cultura”, que de forma breve se define como o modo que determinada pessoa (indivíduo, comunidade, cidade ou nação) tem de fazer tal coisa, não importando se ela seja “certa” ou “errada”, “boa” ou “ruim”, até porque isso vai depender do ponto de vista que cada um tem, com base em suas experiências individuais. Se funcionar para o bem, ótimo! O problema é quando o senso comum é tido como verdade única e absoluta e essa, por sua vez, tende a fazer com que haja uma regressão, seja no indivíduo ou na sociedade como um todo.
Seja cético! Não é porque tal “fórmula” funcionou para determinada pessoa ou em algum contexto específico que o mesmo vai funcionar para você nas circunstâncias atuais, mesmo porque a interpretação pode ter sido desvirtuada e aí quem se dá mal vai ser você. Lembra do ditado que diz “quem tem boca vai a Roma”? Ele até então se propõe a nos dizer que quando usamos a boca para perguntar, chegamos a qualquer lugar, no entanto, o sentido real dele é “quem tem boca vaia Roma” (sim, do verbo “vaiar”), pois, de acordo com a explicação, naquela época distante, a população não estava satisfeita com o império romano e uma das formas de protestar era vaiando os tais governantes.
Felizmente ou não, vivemos numa sociedade onde cada vez mais novos valores vão sendo implantados enquanto outros vão morrendo e isso é colocado de forma veemente, principalmente, através da mídia. Padrões de consumo, comportamento e personalidade chegam para impor as regras do jogo e quem não se encaixa nas mesmas tende a ser visto como chato, antissocial, retrógrado, rebelde e/ou ultrapassado, no entanto é fundamental saber até que ponto é viável se anular para se enquadrar em tais arquétipos. É preciso saber até que ponto a sua individualidade pode ser “moldada” pela coletividade e até que ponto a coletividade pode interferir na sua individualidade.
Voltando a filosofar, sei que isso não é uma das tarefas mais fáceis, pois soa um tanto paradoxal se deixar levar pelo coletivo sem deixar o individual incólume, da mesma forma que entendo que ser apenas individual não é lá uma das melhores formas de se promover o bem comum, ou nesse caso, o bem coletivo. Não obstante, é vital perceber até que ponto um influencia no outro, e assim ter a prudência e bom senso na hora acreditar ou desvalidar tais “verdades”. Por esse motivo, fique à vontade para ser cético, não no intuito de se tornar um chato, mas para que você possa realmente fazer uso do que traz bons resultados para você e não apenas acreditar cegamente no que alguém disse e se prejudicar com isso.
Certas coisas podem continuar funcionando, outras podem estar caindo em desuso e outras já podem estar de fato, obsoletas.
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




