Rafael Freire Entrevista Pedro Dabela!
Parece que é conversa de pescador, mas não é.
Ele é de uma família humilde do interior do Amazonas que, ao ser incentivado pela mãe a melhorar de vida, foi tentar a sorte na capital.
Não foi fácil. Trabalhou com Office Boy em uma empresa que exportava peixe e passou muita necessidade.
Foi quando teve a oportunidade de trabalhar como datilógrafo para um despachante, mesmo sem nunca ter estudado.
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Ele queria crescer!
Logo depois de ter aprendido todos os trâmite da profissão de Despachante (meio mal vista na época), Pedro percebeu que precisava fazer algo para crescer, mas já não tinha mais nenhuma perspectiva de evolução no emprego.
De antemão ele antecipa que não foi fácil, mas em contrapartida revela alguns insights para ajuda-lo.
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Em conclusão
Foi nessa hora que a chave virou e no dia de 13 Março de 1979, ele começou o que seria a Dabela Despachante!
Aperte o Play para se inspirar e tomar nota dos insights compartilhados pelo “Pedrão” e por seu filho Pedro Henrique porque é muito inspirador!
Ah, e acima de tudo: faça, que acontece!
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Antes de mais nada, tenha a ciência de que para começar, basta você ter conexão com a internet. Legal, né?






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




