O que você faria se olhasse para o chão agora e encontrasse R$ 100,00? Não, eu não estou perguntando como você se sentiria, mas o que você faria com o dinheiro encontrado. Se a primeira coisa que lhe veio à mente foi de gastá-lo com alguma coisa, provavelmente você se enquadra na estatística das pessoas que ganham dinheiro para gastar. É claro, não estou defendendo o apego sórdido ao dinheiro – ou em outras palavras, a avareza – a ponto de sugerir que você deixe de aproveitar as coisas boas que a vida tem a oferecer, no entanto é muito comum ver pessoas reclamando da falta de dinheiro, que estão atoladas em dívida, que se possuíssem tantos (mil) Reais os problemas delas seriam resolvidos e daí em diante.
O problema é que os indivíduos desse perfil têm um sério problema: não importa o quanto eles ganhem, eles sempre vão precisar de dinheiro, seja para conquistar ou para manter uma determinada posição no grupo social do qual fazem parte ou almejam participar e isso independe se estão na posição de empregado, desempregado ou patrão. Quem vive de posição social, status e aparência pode até externar (o que todos veem) uma vida de vaidade, conquistas, posses e bom gosto, porém, muitas vezes levam uma vida de carregada de preocupação, inquietação e insônia por não saber como pagar o preço da tal aquisição. Exibem carros em suas garagens, mas mendigam combustível; ostentam telefones de última geração mas só vivem aonde tem wi-fi para não pagar internet; se envaidecem de suas casas, mas sequer têm o café da manhã; investem em vestuário, mas atrasam as faturas do cartão de crédito e aí começa o pior: perdem amizades por não honrar os juros dos empréstimos concedidos por colegas, parentes e familiares e muitas vezes o tal endividamento acaba minando a qualidade do relacionamento a dois.
De nada adianta você ganhar seis se você gasta meia dúzia, da mesma forma que não adianta você ganhar um aumento se você vai tratar de consumir na mesma proporção, principalmente se tais dívidas forem “facilitadas” por um financiamento por um prazo muito estendido, onde você corre o sério risco de “esquecer” que ele existe e acabar agregando cada vez mais coisas novas a ele, pois em alguns casos a compra de determinado bem exige que outros investimentos sejam feitos para que ele possa ser mantido e preservado. Voltando ao exemplo anterior, de nada ter apenas a casa e o veículo se você não dispõe de recursos secundários para manter o bom (e perfeito) funcionamento deles. Ou será que você tem alguém para ficar bancando para você? Se tiver, ótimo…parabéns! Você é uma pessoa iluminada! Senão…melhor refletir.
Pode até parecer contraproducente, mas o seu problema para a falta de dinheiro não será resolvido necessariamente com mais dinheiro, e sim, quando você começar a mudar os seus hábitos de consumo, de preferência, é claro, gastando menos do que ganha. Defina um padrão de vida que você considere bom para se viver dentro do orçamento que você dispõe sem a ajuda de terceiros, anote (todos) os seus gastos, analise os mais importantes, os desnecessários, livre-se dos desnecessários e faça de tudo para reduzir ao máximo os mais importantes: esse é o primeiro passo para a sua independência financeira, pois, de forma geral, ela não é ter dinheiro em abundância, mas não ter a preocupação de possuí-lo para poder viver.
Quando começar a perceber que já consegue gastar menos do que ganha, parabéns: você está enriquecendo. O segredo é multiplicar esse dinheiro de forma cada vez mais inteligente, porém isso é conversa para outra publicação, só lembre-se de não deixar ninguém roubar esse dinheiro mesmo que essa pessoa seja você, pois existe um ditado que diz: “quem compra o que não precisa, rouba de si mesmo”.
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




