Antes mesmo de conhecermos a escola, é quase certo que já tenhamos alguns amigos. Muitas vezes começamos com os vizinhos que moram na mesma rua, os primos de primeiro grau e até mesmo alguns parentes mais distantes. Ao entrarmos para a escola, fazemos novas amizades, conhecemos o “primeiro amor” e, mesmo com a tal responsabilidade de honrar os estudos, tudo é muito bom, vivemos sem maiores preocupações e tudo é motivo de brincadeira.
O tempo passa e vamos crescendo e amadurecendo. Por culpa do destino, muitos vão para outra escola, outra cidade e até mesmo para outra vida e…nossa, isso dói, hein! O fato é que continuamos a seguir o nosso caminho, nos moldando ao meio em que vivemos e é aqui que cabe mencionar a estatística que diz que você é a média das cinco pessoas com quem mais anda. Você pode encarar como uma coisa muito boa a ideia de ter amigos de infância até hoje, no entanto, é importante saber até que ponto isso realmente pode favorecê-lo, principalmente no que diz respeito aos seus objetivos de vida.
A grosso modo, amigos de infância são aqueles com os quais vivenciamos momentos de brincadeira, aventura, alegria, lazer e, claro, em alguns casos, tristeza, confidência, dificuldades, dúvidas, etc. Onde você acha que estão, de fato, os seus melhores amigos? Não estou dizendo que os melhores só são aqueles que cedem o ombro para você chorar, mas é importante deixar claro que mais cedo ou mais tarde, você vai precisar crescer, seus pais não vão mais ter como honrar os seus “brinquedinhos”, você vai ter que correr atrás para tê-los, vai precisar comprar as suas coisas, honrar as suas dívidas, botar o pão na mesa para os seus filhos, ajudar os seus pais na velhice deles e, definitivamente, se comportar como o típico adolescente descompromissado não é lá a melhor decisão.
É praticamente certo que você vai ter muitos amigos nas horas boas, nas festas, na diversão e isso, sem dúvida, é o que faz você sentir o bom sal da vida, principalmente se tais momentos forem vividos com quem esteve com você desde a meninice, porém, você também precisa saber equilibrar as coisas. No decorrer da sua trajetória você pode se descobrir com ambições (ou obrigações) maiores e isso vai fazer com que você perceba que nem todos aqueles que estão ao seu redor compartilham dos mesmos ideais. Por serem seus “amigos”, eles vão querer protegê-lo do perigo e por esse motivo vão alertá-lo para permanecer fazendo as mesmas coisas que tem feito, pois o que você pretende é muito estranho e diferente do habitual. Não que eles façam por mal, é que por quererem tanto o seu bem, eles acabam não querendo que você se exponha ao risco, ao desconhecido e ao fracasso. No entanto, é importante frisar que eles estão acostumados a fazer apenas as coisas “normais” que já vêm fazendo e isso eu já falei no artigo “(A)normais” . Eles são como as pessoas comuns que não fazem nada de diferente em seus respectivos dias, a não ser as “coisas comuns” que todo mundo faz.
Muitos dos amigos que só compartilham dos momentos de alegria vão achar estranho o seu comportamento “diferente”, mas isso não vai acontecer com quem realmente o acompanha nas suas lutas diárias. Esses sim, você conta nos dedos – eles não lhe apoiam em tudo, pelo contrário, são os primeiros a lhe dar um puxão de orelha quando necessário, mas também escutam os seus novos projetos, aprendem com eles, se informam a respeito deles para lhe nutrir com informações importantes depois, debatem com você, sabatinam você, extraem o melhor de você, sofrem com você e no final, comemoram a sua vitória, pois também se sentem vitoriosos com ela.
Os demais não, só vão aparecer quando você estiver dando show no seu palco, pois na verdade, nunca fizeram e nem fazem questão de conhecer os seus bastidores!
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




