Você já reparou no quanto tem de empresas prometendo independência financeira, altos ganhos com produto de alta aceitação, de modo que você possa trabalhar o quanto quiser e outras até o estimulam a demitir o seu patrão? Bom, eu já falei para você ter cuidado com promessas fáceis e até mesmo sobre como saber a hora de deixar o seu chefe, no entanto, saiba que o processo para se reposicionar profissionalmente pode ser bem mais demorado quando você resolve aprender algo completamente do zero do que se você se atentar para a grande oportunidade de aproveitar o que já tem e sabe fazer, afinal quem trabalha apenas “pelo que dá dinheiro” (e aqui não quero ser clichê) terá grande dificuldade de enxergar a peça fundamental para, de fato, consegui-lo: a oportunidade de mercado.
Quer alguns exemplos do que “dá dinheiro”?
Vá ser jogador de futebol ou lutador de MMA, ué! Ah, você não nasceu para isso? Então vá ser cantor! Não sabe cantar? Então que tal atuar na política? Hun… não gosta disso? Então vá ser astronauta! Também não quer? Ora, você não quer fazer algo que “dê dinheiro”? #euhein
Hahaha…entendeu né? De nada adianta você ter uma ótima ferramenta em suas mãos se você não sabe fazer uso dela, ou neste caso, se você não consegue enxergar uma boa oportunidade de servir pessoas, ou ainda que veja, de nada adianta essa visão se não está devidamente preparado profissionalmente, academicamente e/ou emocionalmente para fazê-lo! Se você não tem aptidão para “a coisa”, não adianta, tá ligado?
Sendo assim, a melhor forma de começar uma empresa é não ter uma empresa! Por quê? Porque ela não começa necessariamente com aquele monte de furdunço e exigências que você vê nos grandes veículos de comunicação com maquinários, produtos, funcionários, plano de negócios, etc. Essas coisas são apenas a materialização daquilo que você projetou, antes de mais nada, na sua mente. Pois é, é nela que o seu modelo de negócio nasce e começa. Acho que vindo de mim, essa tecla já está batida até demais, mas se você realmente estuda e se qualifica para atuar no mercado de trabalho, a melhor forma de adquirir mais autoconfiança para fazer aquilo que apresento neste artigo (abrir uma empresa) é aplicando tudo que você aprende nesses inúmeros cursos que você já faz/fez para servir as pessoas que já estão próximas a você, inclusive com a ajuda das redes sociais na internet!
Você não precisa necessariamente ter um sócio, mas é fundamental saber como evitar maus parceiros de negócios, pois eles são as peças-chave p
ara você fazer o que se dispõe e podem inclusive, agregar mais valor às suas vendas através de algo que por algum motivo ou outro você não tenha, não saiba, ou não queira oferecer dentro do seu leque de produtos e/ou serviços principais!
Claro, nada impede que você aprenda algo do zero ou que simplesmente crie um negócio sem que precise estar no batente para fazer acontecer. Você pode entrar apenas com o capital, enquanto que a(s) outra(s) partes envolvidas se encarregam de tocar o negócio, como a escolha do que vai ser vendido, as estratégias de marketing e tudo mais. Só lembre-se do que já foi dito: o começo da sua empresa está dentro de você, pois na verdade até que é fácil ser ostentar o status de “empresário”, porém, a missão é muito maior e mais nobre quando você pensa, sente e se comporta de fato, como um empreendedor – esse sim é o primeiro grande passo!
Faça, que acontece!




Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




