Poetas Mortos
Tradição, honra, disciplina e excelência. Estes são os pilares que sustentam uma escola preparatória para garotos, com leis rígidas e uma doutrina conservadora. No local há jovens que estudam para serem médicos, advogados ou algum outro cargo importante, pressionados pelos pais e pela própria sociedade. Até que eles são apresentados ao novo professor de inglês, John Keating com seus métodos nada ortodoxos, ele tenta através da poesia, inspirar esses jovens e fugindo um pouco daquela antiga tradição, Keating acaba causando um certo impacto entre os outros professores e principalmente entre os alunos, que passam a refletir sobre o que realmente querem da vida. Keating os ensina a essência do “Carpe Diem”, explorar a aproveitar o máximo o dia, os instiga a viver a vida como deve ser vivida, a viver uma vida extraordinária e principalmente, os inspira a perseguir suas paixões individuais e a lutar por elas. Eis que um grupo de alunos, como Neil, Todd, Charlie, Knox, entre outros, tão empolgados com essa nova aula, pesquisam sobre a vida de John no colégio quando ainda era um estudante e decidem reabrir um grupo de estudos iniciado por ele anos atrás…a “Sociedade dos Poetas Mortos”.
Bom, meus créditos a Fernando Labanca, que ilustrou com precisão uma prévia do que é o filme estrelado pelo saudoso Robin Williams (clique abaixo para assistir).
A mentira que vira verdade
Quantos de nós aceitamos cegamente valores que vão de encontro à nossa própria idiossincrasia simplesmente porque alguém disse que “tem que ser assim”? Desconfiamos deles, mas de tanto fingir que acreditamos neles, eles acabam se tornando uma coisa real, assombrando-nos nas noites de sono e refletindo negativamente no nosso “eu” nas nossas manhãs.
Os meninos aprenderam que o “certo” era estudar para se tornarem advogados, médicos ou outras profissões aceitáveis e impostas pela sociedade, mas no fundo estavam se anulando, se aniquilando, se suicidando (sim, isso de fato acontece com um deles, quando tem o sonho de ser ator vedado por seu pai!), o que atesta o expressivo número de profissionais frustrados que não conseguem encontrar auto-realização no que são e fazem no nosso mundo real.
Pense fora da caixinha
Tamanha foi a injeção motivacional que tomei ao assistir a tal filme que deixo o seguinte recado a você que está lendo este artigo: persevere, persista e encontre o seu ideal, atreva-se a seguir uma nova trilha, a encontrar um novo solo para pisar, não necessariamente no que disseram e impuseram a você como o “certo”, mas aquele no qual você de fato sente que pode ser feliz e se realizar, principalmente se estiver ligado diretamente ao ato de servir outras pessoas nos problemas delas – você será recompensado por isso e é nisso que consiste o “empreender”! Sim, você vai encontrar muitas pedras pelo caminho, da mesma forma como encontra fazendo o que não lhe apraz, no entanto, no segundo caso elas haverão de ser mais pesadas, ao passo que no outro, elas poderão lhe servir para que você construa a sua base (e quem sabe um castelo) lá na frente.
Não quero parecer fantasioso com tais palavras, mas eu sinceramente torço para que você consiga fazer a diferença, não para ganhar a aprovação de terceiros, mas porque simplesmente segue o seu chamado, o seu caminho e a cada dia sobe os seus degraus, rumo ao seu objetivo. Faça esse exercício a cada dia, repita, erre, aprenda, faça de novo, estude, aprimore-se, supere-se, antes que você morra e descubra que não viveu.
Faça, que acontece!







Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




