Enquanto muitos sortudos estão atuando no mercado de trabalho, a outra maioria está nas ruas fazendo cursos, palestras, especializações e uma série de atividades que contribuam para um currículo mais sólido e que, portanto, ajude a contratação em alguma empresa, sem contar com os concurseiros de plantão, que almejam a tão sonhada estabilidade financeira, com hora certa para entrar e para sair do seu horário de expediente. Até aí tudo bem: cada um procura as suas melhoras e aplica o que tem aprendido da melhor forma, de modo a garantir o seu sustento, afinal, mais cedo ou mais tarde, vai ser necessário garantir a conservação e manutenção do seu lar, além da proteção e defesa do seu patrimônio, não importando a dimensão ou proporção dele.
Embora ainda seja comum a procura de uma empresa para nos instalarmos na sua estrutura física durante 8 horas diária (alguns mais), o cenário tende a mudar. Se de um lado existe o funcionário que destina pelo menos 1/3 do seu dia para “sugar” a empresa, existe aquele que sente as suas energias enfraquecidas pelo seu empregador, tamanho é o número de cobranças, metas, objetivos e todo aquele derivativo do mundo corporativo. Em contrapartida, existe uma tímida, mas já expressiva camada de pessoas que estão migrando do mundo físico para o virtual para compartilhar seus conhecimentos e lucrar honestamente com eles: ebooks, webnários, cursos, palestras, consultorias, etc. – isso tudo sem a necessidade da dependência de um patrão e/ou horários pré-estabelecidos.
Claro que por se tratar de um novo paradigma, muitas coisas ainda são encaradas com certas desconfiança e são dignas disso, pois assim como no mundo real, existem empresas e pessoas inescrupulosas que se apropriam da ingenuidade por parte de alguns internautas que anseiam por um retorno financeiro fácil e imediato, o que resulta em decepções e frustrações, o que tende a minar a funcionalidade e facilidade que o mundo virtual apresenta de benefício. No entanto, para ingressar nesse novo nicho de mercado, não é de suma e única importância a existência de uma empresa: você mesmo pode gerar seu conteúdo, seus produtos, seus serviços e assim contribuir na vida de pessoas que estão dispostas a paga-lo por isso e diferentemente do mundo tradicional do corporativismo, você não precisa se mostrar necessariamente como o profissional mais perfeito e bem-sucedido, tal como ainda é comum flagrarmos por aí.
A grosso modo, você precisa ser apenas ser íntegro, verdadeiro e capaz de entregar aquilo que promete e isso se dá através da identificação de um problema que você se propõe a resolver (ou amenizar) e da identificação por parte das pessoas que o enxergam como um indivíduo que sabe do que fala por ter passado por experiências parecidas às delas. Dessa forma, você pode, aos poucos, se tornar uma referência em determinado assunto e assim, se oferecer para ajudar na “dor” das pessoas, que só você sabe resolver. No início, assim como tudo na vida, as coisas parecerão difíceis e estressantes, no entanto, com o passar do tempo, você tende a se lapidar e aos poucos vai melhorando as técnicas do seu produto, oratória, ou qualquer outro item que esteja relacionado ao seu (novo) ofício. Na verdade, a vantagem desse segmento profissional (a consultoria virtual) é que “feito é melhor do que perfeito” pois o que as pessoas em sua maioria desejam é alguém que possa acalmar aquilo que tanto lhes tira o sono e você possivelmente pode ser esse indivíduo. Portanto, não espere a coisa ficar perfeita para o seu lado para começar a ajudar a outras pessoas, ajude-as compartilhando os seus conhecimentos: faça a diferença na vida delas e enriqueça com isso! Se você está satisfeito com seus resultados, ótimo! Esse artigo foi feito para quem não está!
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




