2015 foi o ano em que tive a honra de começar a ministrar palestras sobre o projeto Enfim, Desempregado e de modo a não ser apenas um transmissor de informação, a primeira pergunta que faço para os presentes, de modo que já comecem a se sentirem participantes do encontro é “o que é trabalho para você?” e, pelo menos até o dia de hoje (11/11/15), eu só ouvi uma resposta que se aproximasse do meu conceito.
Embora eu pretenda sim, contribuir para que você pense “fora do quadrado”, eu não sou o dono da verdade e eu até enfatizo que você tem pleno direito de discordar de mim, conforme já dissertei no artigo “Seja cético”, mas voltando à questão das respostas que geralmente as pessoas me dão sobre o conceito de trabalho, algumas delas são: ter uma responsabilidade em uma empresa, executar uma atividade com perfeição, algo chato, uma coisa feita por obrigação, ter um salário, etc.
Volto a falar: eu não sou o dono da verdade, mas se você acredita que a minha visão pode ser válida, eu defendo a ideia de que trabalho nada mais é do que algo que você faz para ajudar outras pessoas. Este é um simples conceito, que na minha opinião, teria (e tem!) o poder de libertar inúmeras pessoas daquela educação pautada para o que eu chamo de empregativismo, que consiste em ensiná-las a serem chefes no mais alto escalão de uma grande empresa, com um salário fixo no final mês e com a onírica ideia de um dia poder viver da aposentadoria paga pelo nosso bondoso Governo.
Eu não era diferente. Pelo contrário: eu adorava aquelas revistas especializadas que mostravam o que as empresas queriam, como ser um funcionário de sucesso, como ter ascensão profissional, etc., mas, apesar disso, eu sentia que aquela empolgação era apenas devaneio e que portanto, não era aplicável à realidade, ou pelo menos nas empresas da minha cidade, em que eu me dispunha a trabalhar. O tempo passou e até hoje espero o retorno de muitos entrevistadores que ficaram de me ligar ou mandar ao menos um e-mail para dizer se a vaga foi preenchida ou não, mas nada, nem uma mensagenzinha, nem nada.
Sinceramente falando, hoje olho para trás e acho que boa parte daquelas empresas que eram manchete naquelas revistas até poderiam ser de fato, representada por grandes empreendedores, no entanto, penso que o buraco era mais em baixo: essas mesmas corporações nada mais eram do que grandes anunciantes, que pagavam milhares de Reais para terem as suas propagandas veiculadas. Xi, esqueci de falar: isso é uma coisa muito comum no universo da publicidade (em particular daquela praticada no mundo off line) – de forma a fidelizar a parceria com seus anunciantes, muitos veículos concedem bonificações, muitas vezes com inserções extras e “gratuitas” , que podem vir em número de páginas (e aí entram outros anúncios e matérias especiais – aham!) ou inserções do Spot (as vinhetas) ou do VT (os filmes publicitários). Como eu sei disso?? Bem, é que eu trabalho com publicidade, tá ligado?
É por isso que vemos tanto na mídia “o que as empresas querem”: são elas que financiam e mantêm os veículos de comunicação! Como tendemos a acreditar no que sai na mídia, achamos que o certo (neste contexto) é sermos empregados em uma empresa! Apesar disso, embora você praticamente você nunca vá ouvir falar no horário nobre ou em outros periódicos “de massa” e quiçá, nem mesmo na faculdade, existe outra saída para você ganhar dinheiro de forma honesta. Não, eu não vou falar necessariamente de empreendedorismo, mas basta apenas você saber fazer algo muito bem e, ainda que não saiba aquilo que realmente sabe fazer, existe também outra forma de consegui-lo: conhecer quem sabe fazer algo! Quer saber mais? Me mande um e-mail que eu explico melhor: contato@rafaelfreireconsultor.com.br!
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




