Ótimo para uns, péssimo para outros: a vida está em constante movimento e independente do que você faça, ela sempre estará sempre produzindo combinações físicas e químicas por causa da ação dos homens ou da própria natureza: uma decisão política, um temporal, uma obra, um acidente, um nascimento, uma morte, um desastre, etc.: essa é uma passagem já explanada na publicação “Como prever seu destino sem pagar uma vidente para isso. No entanto, outras coisas estão sob seu controle sim e, para que você possa ter uma ideia do que pode acontecer com você no futuro, basta você observar a média das cinco pessoas com quem mais anda: elas estão, de certa forma, dizendo o tempo todo sobre como vai ser a sua vida daqui pra frente. Pare e observe!
Embora muitos possam se valer de esoterismo e assim dizerem que nada ocorre por acaso e blablablá, a “sorte” de uns nada mais é do que o preparo de outros, pois, conforme falado em “O azar do sortudo”, o indivíduo agraciado apenas por ela e não por competência não conseguirá se manter com tal conquista por muito tempo, a não ser que ela realmente esteja fazendo morada ao seu lado e, no que diz respeito a dinheiro, não é muito diferente.
Num mundo cada vez mais estimulado ao consumo desenfreado, não importa o quanto ganhem: as pessoas estão sempre querendo ter mais para que possam parecer mais, serem mais e se exibirem mais, o que me faz lembrar a música “Mais”, da banda Capital Inicial e, de acordo com a publicação “Trabalhar pra que?”, gente desse tipo está sempre externando “bom gosto” e “sofisticação” com os bens que adquirem, mas por dentro estão suscetíveis a serem pessoas que compram o que não precisam com o dinheiro que não têm para impressionar pessoas que não conhecem, a fim de tentarem ser o que não são. Assim, quanto maior a necessidade de preencher o vazio com coisas de “valor”, provavelmente maior será a necessidade de comprar outras para completar a sua (falsa) ostentação social, já que provavelmente estarão sempre “Na pindaíba”.
Embora possa parecer ser difícil para alguns, o grande (e simples) segredo para ter um bom dinheiro é deixar de seguir a boiada dos gastadores compulsivos, é vivendo com menos do que se ganha, é tendo a inteligência de ganhar cada vez mais com menos esforço e isso, definitivamente é muito complicado se você só se condiciona ao seu “digno” salário fixo, que daqui a um tempo não lhe dará mais o mesmo poder de compra de hoje, e é aí que você vai entender quando eu falo sobre a instabilidade da estabilidade e quando mais dinheiro não resolve o seu problema.
Claro, não defendo aqui uma vida avarenta, no entanto se deixar levar pela (falsa) luxúria é o que mais pode comprometer, não só a sua qualidade de vida, mas também, a dos seus entes queridos, que mais cedo ou mais tarde tenderão a pagar o preço por você. Portanto, analise as suas amizades mais próximas: são elas as peças-chave que você tem para avaliar os seus hábitos e eles, por sua vez, em se tratando de grana, é que dirão o destino que o seu dinheiro vai ter. O resultado disso, acredite: não será mera coincidência.
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




