E agora, José? E agora, você? E agora, Cézar?
Fiquei sabendo ontem (07/04/15) o nome do ganhador de R$ 1,5 milhão no programa promovido por uma emissora de televisão através das redes sociais e, pelo que vazou em blogs especializados, do lado de fora da casa, ao ser questionado pelo apresentador sobre o que faria com a bolada, o novo milionário não pensou duas vezes: “É tudo para minha família”, gritou ele. Também contou que recebia um salário de R$ 740,00 antes de entrar no programa.
Sinceramente falando, acho show de bola saber que um trabalhador que ganha tal salário pôde receber essa fortuna de forma tão repentina, ainda mais depois de “muito trabalho”. Pelo que sei, foram meses confinado numa casa sem conexão com internet, sem noção de tempo, sem televisão, sem amigos próximos, sem familiares, etc. e é óbvio que não conheço os hábitos de consumo do mais novo (temporário) astro global. No entanto, não posso me omitir de chamar atenção para os riscos que a súbita fortuna pode apresentar.
Sorte ou azar, o tempo dirá
Falando de dinheiro, no meu artigo “O Azar do Sortudo”, eu chamo atenção para o fato de que o indivíduo agraciado apenas por sorte (e não por competência) não conseguirá manter a tal posição por muito tempo, pois se ele não encontrou grandes dificuldades para chegar ao seu posto, na certa elas chegarão quando lá ele estiver e é aí que mora o perigo. A sua zona de conforto logo será estremecida pela zona de confronto da nova realidade e, em virtude de sua inexperiência, despreparo ou ingenuidade, ele possivelmente não conseguirá se manter por muito tempo na sua nova realidade, a não ser, é claro, que com cautela, tenha a virtude de saber conservar a conquista que lhe foi dada. Nele, eu faço uma analogia à pessoa que ganha na loteria (o que não deixa se ser equivalente): se ela não tem o preparo psicológico para manter e multiplicar a sua riqueza – na certa perderá tudo o que ganhou. Da mesma forma, não adianta um obeso “ganhar” uma cirurgia para perder toda a sua gordura – se ele não tem o devido preparo psicológico para manter o seu peso, na certa, ganhará tudo o que perdeu.
E os outros, cadê? Como estão? Como vivem? O que fazem?
Caso você seja fã do programa, procure os casos verídicos de quem também ganhou a dinheirada e hoje se encontra na estaca (quase) zero. É lamentável perceber em boa parte deles o despreparo financeiro e desconhecimento sobre como gerir o seu dinheiro – perderam tudo que ganharam, ou simplesmente fizeram o dinheiro “voar”! E isso não ocorre só com essas tais celebridades. Muitos ganhadores de prêmios milionários tratam de fazer o mesmo, ludibriados pelo consumo desenfreado, irresponsável e até mesmo ingênuo. É nessas horas que vemos “quando mais dinheiro não resolve o seu problema, pois pessoas de tal perfil estarão condicionadas a viverem sempre “Na Pindaíba”, não importa o quanto ganhem, já que estão sempre predispostas a gastarem.
E agora, Bial?
Mais do que ter um status social mais elevado é preciso saber administrá-lo para se manter nele, multiplicando os seus ganhos, inclusive. Além disso, paradoxalmente, é preciso entender que pois ser rico não significa ter, necessariamente, os bens mais caros, luxuosos e tampouco está atrelado apenas à ideia de posse, mas sim, à questão de se viver sem a preocupação de pagar tais aquisições no fim do mês. Essa é a essência da Riqueza da Simplicidade
Conclusão
Cézar (ou qualquer que seja o seu nome que esteja lendo este artigo), eu sinceramente torço para que você ganhe dinheiro, pois é preciso viver também (ouça essa música acima), que você dê um giro de 180 graus em sua vida e não um de 360, pois como já falei por aqui, o primeiro faz você realmente ser o oposto do que era, o outro traz grandes transformações, porém vai trazê-lo de volta ao que era antes.

Faça que acontece!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




