Nostalgia
Lembro quando eu via certos especialistas em emprego na tv e em revistas especializadas falando sobre a importância de você cultivar o seu networking (a sua rede de contatos), pois era ele que faria com que você aumentasse, não só as suas chances de empregabilidade como também de promoção profissional dentro de uma empresa. Show de bola, também acredito que conhecer as pessoas certas é fundamental para o seu desenvolvimento social, profissional e financeiro.
Ressalva

Arquivo pessoal
No entanto, passando por uma das avenidas principais aqui da minha cidade (Manaus – AM), tive a oportunidade de registrar uma foto que traduz mais ou menos o que eu penso em relação ao nosso sistema educacional aplicado ao mercado de trabalho e, como a imagem é relacionada a uma universidade (claro, com o devido respeito à marca), creio ser oportuno fazer uma comparação ao posicionamento de marketing que boa parte delas utiliza em suas campanhas publicitárias, basicamente focado apenas nas empregabilidade… do emprego… do salário fixo… da carteira assinada… em uma empresa… por um único patrão.
Meu ponto de vista
Não sou contra as faculdades, sou contra esse sistema que, apesar de qualificar ótimos profissionais para o mercado de trabalho, faz com que a cada seis meses centenas de indivíduos não saibam o que fazer pelo fato de não haver o tal emprego (clique aqui e confira 6 Ideias erradas que você aprendeu sobre o mercado de trabalho).
Ora, se você é doutrinado para apenas trabalhar como funcionário de alguém, terá muita dificuldade de enxergar certas oportunidades que estão no empreendedorismo, que a grosso modo não é dar lucro para apenas um patrão em troca de um salário no final do mês, mas principalmente de ajudar várias pessoas (inclusive empresas) a se tornarem mais felizes ou mais bem sucedidas. Clique aqui e entenda se é melhor ser patrão ou empregado (eu não sou nenhum dos dois).
Pense bem: se você se qualifica de verdade e não tem emprego, aposte na sua qualificação para servir pessoas (sim, no plural) e não apenas um patrão. Esse é o primeiro passo para você combater a falta de trabalho, g
anhar honestamente o seu dinheiro e assim fazer a nossa economia funcionar! Clique aqui e saiba o que fazer com o seu currículo!
Ficar com a mente “pregada” na ideia de que você só pode aplicar o que sabe dentro de uma empresa é no mínimo, omissão da sua parte de ajudar as pessoas que precisam do seu talento, do seu dom, das suas habilidades e “esperar um emprego” é um retrocesso individual que reflete no coletivo pois quando deixa de ganhar dinheiro você não faz o dinheiro circular com as compras que faz, porém, quando tem poder de compra, todos saem ganhando, direta ou indiretamente… e a tendência é que isso vire um efeito dominó (clique aqui e confira 5 indícios que mostram que você nunca vai ser rico)!
Pense fora do quadrado, coloque a mão e a mente na massa tal como num emprego e faça que acontece, afinal um emprego definitivamente não é a única saída que você tem para fazer o que sabe e gosta em prol de outras pessoas e ser devidamente (bem) recompensado por isso!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




