Conheça uma característica típica dos negócios que estão faturando, mesmo durante a pandemia.
Tão ruim quanto acatar cegamente o “fique em casa” de forma passiva em tempos de isolamento social por causa da pandemia do Covid-19, é ignorar o poder da tecnologia a seu favor.
E acredite:
Enquanto certos profissionais, empreendedores e empresas estão sendo negativamente afetados por não conseguirem se adaptar a essa nova realidade, existem outros que estão tirando muito proveito desse momento para faturar ainda mais.
Clique aqui e conheça 7 formas de trabalhar em casa e ganhar dinheiro.
São todos? Não, infelizmente!
Porém, aqueles que estão conseguindo se destacar têm uma característica em comum: eles têm um modelo de negócio enxuto.
Ou pelo menos passaram a ter!
Clique aqui e conheça algumas profissões que estão deixando de existir.
É aí que entra uma ferramenta que, se usada de forma adequada, pode contribuir fortemente no seu faturamento durante a pandemia.
E aqui eu me refiro ao WhatsApp!
Porém, ele não deve ser usado de qualquer jeito – tipo mandando mensagem de forma invasiva e chata para o máximo de gente possível!
Isso evidencia não apenas desespero como também falta de profissionalismo e a razão para isso é simples: o público que você tem no seu WhatsApp é limitado e possivelmente até já esteja saturado das suas ofertas e promoções.
Em outras palavras
Você precisa ATRAIR novas pessoas interessadas no que você vende, e não ficar dando murro em ponta de faca com as mesmas pessoas (desinteressadas)!
É por isso que eu venho me propor a criar a estrutura necessária para que você possa usar para atrair novas pessoas para a sua base de contatos no WhatsApp.
Clique aqui para conhecer a estratégia, venda a sua verdade e faça, que acontece!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




