Eu toco desde os meus 14 anos de idade e já naquela época eu conseguia ganhar muitas vezes até mais do que um dedicado trabalhador que ralava o mês inteiro para receber um salário mínimo.
Vantagem
Eu já conseguia comprar as coisas típicas de um garoto, como: cds, roupas, perfumes, ia para baladas, etc. As minha dívidas eram bem menores dos que as de hoje, uma vez que tudo era apenas uma “brincadeira” e eu tinha meus pais irmãos que conseguiam honrar as despesas de casa.
Desvantagem
Por ser uma “brincadeira”, eu não tinha responsabilidade em honrar tantos compromissos financeiros e por esse motivo eu tocava por mixaria (e às vezes até de graça), pois o que importava era ser visto por pessoas importantes nos principais eventos e bares, tocando com algumas das principais bandas da minha cidade (Manaus – AM). Eu achava aquilo muito bom e jamais precisei ter a preocupação de multiplicar o meu dinheiro. Resultado: eu era um analfabeto financeiro e simplesmente torrava tudo que ganhava.
Amadurecimento
Já nos meus vinte e poucos anos a coisa era diferente: eu precisava de um emprego. Comecei a me preocupar com as finanças. Eu queria viver bem e não mais numa vida de migalhas. Foi então que comecei a fazer voz x violão e cobrar mais pelo trabalho. Estudei um pouco sobre o funcionamento do dinheiro e desde então fiz disso um hábito e hoje, consigo ter uma vida de certa forma até melhor do que a de antes, fazendo várias coisas que sei e gosto, dentre as quais, continuar na música, muitas vezes até trabalhando menos e ganhando mais.
Comparação
Vejo amigos que continuam fazendo a mesma coisa de 10…15 anos atrás e que até hoje não conseguiram construir bons resultados financeiros para a sua vida. Hoje, muitos são pais de família e continuam tocando por alguns trocados (muitas vezes até para comer e beber) e culpam as casas que não valorizam o trabalho, o Governo que não investe em cultura, o vizinho, o cachorro, o papagaio, etc.
O problema é que essa história começou lá atrás, quando a música era apenas um hobbie e possivelmente ela foi exigindo um maior comprometimento e, consequentemente, mais profissionalismo. Resultado: hoje a música é algo sério e é dela que muitos tiram o seu sustento, pois nós nos tornamos aquilo que praticamos.
Conclusão
Se você ainda encara a música como brincadeira, saiba que no fundo é você o principal responsável pelos seus re$ultado$. Estude, dê o seu melhor, mas mão se limite apenas a tocar em barzinho ou não ambicione apenas estar apenas no topo das rádios e da tv. Faça projetos para o governo, para a sua comunidade, divulgue-se na internet e mais que isso: ganhe dinheiro, mas não torre tudo que ganha. Pelo contrário: multiplique-o! Não se preocupe em tocar direto. Muitas vezes é até melhor trabalhar menos e ganhar mais, você só precisa identificar as pessoas certas. Não é fácil, mas “ser músico” não significa apenas tocar!
Faça, que acontece!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




