No artigo Mercado de Trabalho – Meu Erro #2 eu falei que um dos principais erros que eu cometia quando estava em busca de uma oportunidade de trabalho foi procurar emprego. Na verdade, eu estava fazendo outra coisa, senão pegando o atalho que aprendi com meus pais e professores: estudar, tirar boas notas para ter um emprego fixo, com carteira assinada e blá blá blá. No entanto, eu já tinha me formado na faculdade e essa fórmula parecia não funcionar, a não ser que eu conseguisse provar o meu real valor numa vaga de nível superior num cargo público, o que também deixava as minhas aspirações profissionais bem distantes da realidade. O jeito foi fazer o que a maioria das pessoas faz, mesmo depois de formadas. Só depois que concluí que, assim como elas, eu estava fazendo algo errado e assim eu lhe revelo o meu erro #3.
TOPAR QUALQUER COISA
No meu artigo Pessoas ajudam Pessoas eu cito como exemplo algumas das principais frases ditas por quem está em busca de trabalho mas não encontra emprego. São elas: “por favor, me dá uma oportunidade”, “eu faço qualquer coisa”, “eu aprendo rápido”, etc. Não que seja errado elas quererem, de fato, uma oportunidade de trabalho, no entanto, se comportar como vítima não deveria ser o caminho. Espero sinceramente que esse não seja o seu caso, mas se for, eu sugiro que ao invés de você pedir ajuda você faça o contrário: ofereça. Sim, ofereça ajuda!
Se ao invés de se preocupar em fazer “qualquer” coisa para empresas você procurasse oferecer ajuda com base naquilo que você sabe que elas (que são feitas de pessoas) precisam, a perspectiva muda, o cenário muda e possivelmente os resultados hão de ser diferentes também. Ah: e outra coisa, ao invés de pedir um salário fixo com carteira assinada e tudo aquilo que você aprendeu quando era criança e viu seus pais fazendo, esqueça isso. Peça um pagamento – dependendo do caso pode até ser metade (ou até mais) de um salário por serviço, sem ônus trabalhista para ela e pague você mesmo os seus impostos (manter um funcionário custa muito caro para uma empresa).
Agindo assim, você não precisará nem ficar 8 horas por dia trancado num escritório, galpão, ou qualquer coisa que o valha. Você terá mais tempo livre para atender a outras pessoas (físicas e jurídicas), terá maior possibilidade de lucros e não vai ser surpresa se você se ver contratando um ajudante, precisando de um sócio ou até mesmo necessitando de um funcionário.
Não é todo mundo que lê esta mensagem. Portanto, se você chegou até aqui, experimente seguir esse conselho, pense fora da caixa que tanto o aprisiona no empregativismo e o impede de alcançar melhores resultados para si e, consequentemente para os seus entes queridos e para a nossa sociedade, que tanto precisa de gente talentosa como você, capaz de mudar para melhor a nossa realidade. Acredite: com a sua ação, outras pessoas sentirão o impacto positivo – direto e indireto – da sua ação de empreender e acreditar no seu próprio diferencial como ser humano e profissional!
Portanto, não faça qualquer coisa. Faça a coisa certa: estude, capacite-se, aprenda, empreenda e ajude a nossa sociedade a prosperar. Nós merecemos e precisamos de gente como você!
Faça que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




