Infelizmente não conseguimos fazer tudo e nem agradar a todos ao mesmo tempo e, embora alguns critiquem o isolamento, ele pode ser bastante útil, para que nos concentremos em um foco para o que queremos.
Como já falei no artigo “MUDANÇA: O PREÇO E O VALOR”, às vezes você precisa mudar e essa mudança às vezes exige que você se afaste de alguns hábitos e até mesmo de certas pessoas. No início você poderá se sentir (e de fato, poderá estar) só, já que a rotina diária será interrompida por novos pensamentos, sentimentos, comportamentos e atitudes. Colegas, amigos e familiares poderão estranhar e criticá-lo no início, no entanto, não permita se abater: somente você sabe da chama que queima no seu interior, que tira as suas noites de sono e que faz com que você queira logo um novo amanhecer para botar em prática o que tanto o deixa inquieto.
Caso você constate que realmente está só nessa empreitada, não é o fim do mundo! Talvez seja até melhor que você procure outros “amigos”: leia livros, assista a palestras, alugue filmes, baixe vídeos na internet, frequente outra “tribo” e se inspire em quem já passou por experiências similares à sua. Assim, você começará a criar um foco do que quer para si. De fato, quando se cria um foco, muitas escolhas e subescolhas hão de ser feitas; ter foco não significa apenas dizer sim ao objeto do foco, ter foco significa dizer não a centenas de outras “boas” ideias, soluções, caminhos e tentações que estão sujeitas a aparecer no meio do caminho, principalmente de quem não tem a menor noção do que o seu sonho significa para você. Portanto, esse é o momento oportuno para se isolar e “ouvir” aqueles que de certa forma já percorreram a sua maratona, esses sim, podem ajudá-lo a fazer um trajeto melhor. Não se envergonhe de não possuir uma escada, o seu degrau já basta. Portanto, mantenha o foco!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




