No artigo “Menos é Mais” eu falo sobre o problema de se oferecer muitas opções às pessoas. Dependendo do caso, quanto mais opções forem apresentadas a elas, mais confusas elas ficarão, o processo de decisão pode ser mais demorado, estressante, confuso e, em muitas situações, nem sempre resulta nas melhores escolhas. O que é melhor: ter vários produtos onde cada um resolva um problema específico ou um único que resolva todos de uma só vez? Ter vários locais para guardar as suas melhores coisas ou apenas um que concentre todas elas? Ter várias roupas para escolher e se adaptar para cada tipo de festa ou ter uma que caia bem em qualquer ocasião? Bem, você entendeu né? Creio eu que por mais que você diga que depende (e realmente eu concordo com você), você tenha maior tendência de ficar com as segundas opções de cada pergunta, pois a grosso modo, todos nós prezamos por praticidade, queremos resolver as coisas da forma mais rápida possível, ao invés de ter que ficar testando, procurando e se aborrecendo.
No que diz respeito ao mercado de trabalho, quem você acha que vive melhor: Fulano que trabalha das 8:00h às 23h de domingo a domingo e ganha R$ 5 mil ou Ciclano, que trabalha na mesma empresa das 8:00h às 17h e ganha R$ 4 mil? Perceba que não estou perguntando quem ganha mais e sim, quem vive melhor. Não tenha dúvida de que a qualidade de vida de Ciclano é infinitamente melhor do que a de Fulano, pois, embora ele ganhe R$ 1 mil a menos, ele consegue ter tempo para se dedicar a outras atividades prazerosas da vida. Diferente do seu amigo, que só vive para trabalhar. E em relação a clientes? É melhor ter 10 que lhe paguem R$ 10 pelo seu serviço ou produto ou ter 5 que paguem R$ 100? Da mesma forma, a segunda opção é bem mais vantajosa, já que você não precisa investir tanto tempo e esforço para uma boa venda. Claro que neste caso, o caso de “boa venda” é relativo.
Salvo raras exceções, desde cedo vemos nossos pais a procurar os produtos mais baratos, principalmente aqueles essenciais, tais como os de alimentação e manutenção doméstica. No nosso mundo de criança, sequer imaginamos o esforço que eles estão fazendo para sustentar, tanto a nós mesmos como a eles próprios e, como o dinheiro é muitas vezes limitado, a regra é sempre optar pelo mais barato. Da mesma forma, vemos nos noticiários que o Governo promove certames para comprar os melhores produtos pelos menores preços, já que é preciso saber administrar com cautela o seu orçamento e por aí vai.
Quando chega à vida adulta, você tem a forte tendência de repetir aquilo que seus pais lhe ensinaram: comprar sempre pelo menor preço e por conta disso, pode até chegar a não saber ganhar dinheiro com o seu talento por simplesmente ter medo de cobrar caro por ele. Por conta disso, quando entram no mercado, muitos que resolvem apostar num empreendimento não conseguem dar sequência aos seus negócios por muito tempo: acreditam que o certo é sempre oferecer o menor preço e o problema de tal política de precificação acarreta, não necessariamente em qualidade de compradores, mas apenas em quantidade. Em muitos casos, colocar um preço baixo é pouco sábio, porque sempre haverá alguém disposto a sacrificar a própria margem de lucro e arrastar você junto à falência, diferente de se optar por produtos com uma percepção de maior valor agregado, pois preços mais altos, além de atrair clientes que demandam menos manutenções e devoluções, geram maiores margens de lucro e muito menos dores de cabeça.
Existe um ditado que diz: se você cobra barato pelo que faz, nunca vai faltar trabalho, mas sempre vai faltar dinheiro. Portanto, comece a se preocupar em oferecer mais valor ao mercado e não necessariamente o menor preço.
Faça, que acontece!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




