O bem e o mal, o certo e o errado, o bom e o ruim: conceitos e valores que foram definidos pela humanidade antes mesmo de nascermos. Alguns vêm dos tempos mais remotos, valem para toda uma nação e são repassados de geração a geração, outros são “novos” e restritos, sendo aplicáveis apenas a alguns grupos sociais. Muitos têm apenas o intuito de orientar sobre o comportamento em determinadas situações e não implicam necessariamente em algum castigo (a não ser o comprometimento moral em relação ao grupo ao qual o indivíduo pertence), outros têm caráter punitivo e ganharam o status de lei e, portanto, devem obrigatoriamente ser respeitados e seguidos.
É assim que entendo e consigo resumir a diferença entre Lei e Ética: a primeira deve ser respeitada e cumprida, caso contrário o infrator será penalizado. A ética, por sua vez, tem a mera missão de disciplinar o indivíduo, não implicando em nenhuma sanção, pena ou repreensão, a não ser que tal ato praticado fira ou eleve a sua honra em sua “tribo”.
O fato é que tanto a lei quanto a ética têm a missão de criar um conjunto de valores, cujo principal objetivo é organizar a sociedade em que vivemos, seja como país, cidade, classe profissional, família, cidadãos, etc. e não se atentar para tais legitimidades podem implicar seriamente no bom convívio social, pessoal e profissional. É conhecendo, entendendo e respeitando os princípios e valores do outro que você pode assegurar o bom convívio com o seu interlocutor e vice-versa; é definindo normas e significados às atitudes de vocês que torna possível o direito mútuo de elogiar, reprovar ou condenar determinados comportamentos. Condutas contrárias ao que o outro (ou o grupo) tem como lídima ofusca o significado da palavra que, na minha opinião, resume a boa convivência social. Essa palavra a nossa sociedade nomeou como “amizade”.
Cícero já dizia que “a amizade […] só pode existir entre os homens de bem” e, partindo do raciocínio apresentado nos parágrafos anteriores, creio que pessoas desse tipo são as que comungam dos mesmos valores, ideias e princípios, caso contrário, toda e qualquer “boa” intenção tende a arranhar e minar as regras do bom convívio. Quando agimos com negligência ou imperícia em relação ao que fora acordado ou estipulado por nosso interlocutor (amigo, cônjuge, classe profissional ou sociedade) como “bom”, tendemos a sofrer as consequências, que podem ter diversos sinônimos, dependendo de onde e como estão sendo praticadas: rejeição, antipatia, advertência, agressão, expulsão, multa, penalidade, condenação, etc. Por esse motivo é mister conhecer, discutir, definir e/ou eleger regras para que todos devam, não só exercer os seus deveres, mas também exigir os seus direitos.
Claro, todos nós temos as nossas particularidades, virtudes e defeitos: às vezes conseguimos gostar de cara de alguém, da mesma forma que em outros casos simplesmente antipatizamos com gente que às vezes mal conhecemos. A amizade se dá quando temos afeição pelo outro e isso nem sempre conseguimos escolher se queremos ou não ter: apenas temos ou não temos. Às vezes a aversão a tal pessoa se confirma quando a conhecemos, do mesmo modo que em alguns casos a afinidade só vem depois de experimentarmos uma boa conversa com ela.
Como provém da afeição, em muitas circunstâncias a amizade vale mais que o parentesco, pois ele há de ser perene, independente de ela existir ou não. A (boa) amizade não: sem afeição ela não existe e quando isso ocorre é sinal que encontramos gente de bem. Claro que o conceito de “bem” ou “bom” varia de pessoa para pessoa, mas aí é conversa para outro artigo ou simplesmente pretexto para reler os primeiros parágrafos deste.
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
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