Como está o seu conceito de impossível?
Hoje eu gostaria falar sobre metas. Mas não sobre as pequenas metas, e sim, as graaandes metas! Vou até me atrever e explanar as mais clichês (calma, não estou lhe criticando), como por exemplo, emagrecer, engordar, fazer dieta, deixar o sedentarismo, bater as metas da empresa, conseguir um (outro) emprego, parar de beber, largar o cigarro, economizar mais, gastar menos, tirar a CNH, adquirir um bem, (não) se apaixonar novamente e… aff… a lista é grande: mande mais pro meu e-mail depois!
Como eu falei antes, eu não estou criticando as suas metas, pois saiba que o que é um grande objetivo para você pode não ser para mim e vice-versa. Em algumas atividades você pode ter mais facilidade do que eu, porém, em outras pode passar por um profundo e imenso penar, enquanto que de minha parte a coisa é completamente exequível e medíocre. Portanto, cabe a nós distinguirmos o que realmente é uma grande meta para a nossa pessoa. Ponto!
Não obstante, existem algumas pessoas que perseguem sonhos meio absurdos para a sua época: quem imaginou, que na época de carroças, iríamos ter a necessidade de um automóvel? O “louco” do Henry Ford! Quem foi o doido que se atreveu a voar num objeto mais pesado que o ar? Um “sem-noção” chamado Santos Dumont! E o “estúpido” que falou que queria mandar o homem à lua? O lunático John Kennedy! Ah, mas ainda tem um que se atreveu a querer fazer mil gols no futebol (Pelé)! Vixe, ainda tinha um pirado que disse que queria um telefone que fosse computador, maquina fotográfica, comportasse música, acessasse a internet e ainda fosse um monte de troço junto: um tal de Steve Jobs. E pasmem: um manauara chamado José Aldo botou na cabeça que ia ser um dos maiores lutadores do mundo! E não é que eles conseguiram?!
Nossa, quanta gente doida por aí, né? Se você simpatiza com essa pergunta, eu lhe respondo com todas as letras: pou-quís-si-mas! E aqui é quebrado mais um paradigma! No estudo tradicional sobre como atingir metas, muitos autores dizem que o primeiro passo é fazer com que elas se enquadrem no acrônico batizado de SMART (onde no português é traduzido como Específicas, Mensuráveis, Atingíveis, Realistas e com prazos de validade). O revés desse conceito é quando ele esbarra no conceito de “atingíveis”. Ora, as pessoas acima citadas simplesmente fizeram o que muitos diziam ser “impossível”. Assim sendo, acho que rompemos aqui mais um paradigma, pois se você só trabalha dentro do que é “possível”, é quase certo que jamais consiga, de fato, fazer o “impossível”.
Às vezes nos escondemos atrás de metas pequenas para nos auto enganarmos e parecermos realizados, mas tudo é um golpe para tentar impressionar aos outros, menos a nós mesmos. Veja, é a coisa “impossível” que promove o seu progresso como pessoa e a evolução da humanidade. É nela que está a cura para doenças terríveis, o recorde no esporte, as grandes invenções tecnológicas, o fim das guerras, o rompimento de fronteiras com a internet, etc. e acredite, tem gente que acha impossível fazer algo que só você sabe! Sabe por quê? Porque a tal “coisa” que só você sabe fazer não está na realidade delas e é por isso que julgam ser “impossível” aquilo que não conhecem.
Já falei no artigo (A) Normais e vou ser redundante: pessoas comuns fazem somente as coisas comuns que toda pessoa comum faz. Com base nisso, será difícil você conseguir grandes feitos se vive apenas dentro de um mundo óbvio e comum. Se você tem um sonho “incomum”, saiba que as pessoas “normais” jamais entenderão o seu grande propósito, pois ele é muito “estranho” para a realidade delas, o que dependendo do seu ponto de vista, pode ser um problema ou oportunidade , aliás, como bem sabemos: o impossível é só questão de opinião…ou de informação.
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




