Dar nome à sua empresa pode não ser tão simples quanto parece
Eu lembro que quando era criança, eu não gostava do meu nome, pois não achava que “Rafael” tinha uma boa sonoridade e, se você está procurando dar nome à sua empresa, é quase certo que saiba bem do que estou falando, pois o mesmo se aplica a pais na hora de atribuírem o nome de seus filhos. Clique aqui e confira 5 dias para ser mais criativo!
Na hora de dar nome à sua empresa, leve em consideração basicamente 2 itens básicos:
Sonoridade
Evite usar estrangeirismo, pois dependendo do caso isso pode dificultar o entendimento por parte do seu público. Se for usar, procure não ir além do que 2 palavras e certifique-se que o nome pronunciado esteja tão incorporado no nosso cotidiano, que até mesmo uma criança de 5 anos não tenha dificuldade de entender. Lembre-se: menos é mais!
Visual

Veja como o nome da guitarra escrito com fonte manuscrita exige um esforço maior por parte de quem está lendo.
Definido o nome da sua empresa, chegou a hora de externalizar a existência dela através de um algo que a represente no aspecto visual e isso vai se dar através da criação do seu logotipo e algumas dicas básicas para isso são: nunca utilize fotos, evite fontes manuscritas e não utilize degradês. Clique aqui e confira alguns dos meus trabalhos.
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Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




