Empreender sem dinheiro não é mais coisa do outro mundo!
Ainda mais se você se sentiu atraído por este post, pois isso mostra que você já tem à sua disposição uma das principais ferramentas para que isso seja possível: a internet!
Clique aqui e leia o artigo “Empreendedorismo nada empresarial”.
Meu primeiro (e único) emprego
Foi entre novembro de 2004 e maio de 2005 (confira no vídeo). Naquele tempo a internet ainda era uma certa novidade e eu vivia mandando currículo para empresas, para RHs e, mesmo tendo algumas oportunidades de participar de algumas (poucas) entrevistas, eu nunca fui chamado e até hoje espero a ligação de certos RHs para pelo menos me agradecer por ter participado dos tais processos seletivos.
Foi quando eu descobri que eu não precisava mais passar por aquilo.
E nem você, caso esteja até hoje sofrendo esperando uma ligação.
É sobre isso que eu falo no meu curso “Enfim, Desempregado”. Clique aqui e saiba mais sobre ele.

Clique aqui e saiba mais sobre o curso Enfim, Desempregado!
Mas qual é a sacada para poder empreender sem dinheiro?
Apresento aqui 3 ideias pra você:
- Representando o trabalho de alguém no mundo offline (clique aqui e saiba como começar um negócio offline sem dinheiro);
- Vendendo o seu conhecimento e o conjunto de experiências que você tem adquirido até os dias de hoje (clique aqui e saiba com ganhar dinheiro com o seu passado);
- Vendendo o(s) conhecimento(s) de outra(s) pessoas na internet como afiliado (veja o vídeo e saiba como funciona na prática);
Você já faz isso e quer um curso mais detalhado?
Faça, que acontece!






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




