Num mundo onde ainda vemos tantas desigualdades sociais, penso que somos privilegiados por ter o que comer, por ter um teto onde nos abrigar, por ter pessoas que querem o nosso bem, por ter acesso a à cultura, ao entretenimento, à informação, etc. e, mesmo havendo regiões mais desenvolvidas que a nossa, é sempre bom poder desfrutar de tantas coisas que nos edificam e puxam para cima, muito embora sequer percebamos.
Se você está lendo este artigo agora, por exemplo, me sinto privilegiado por saber que você destina parte do seu preciosíssimo tempo para se dedicar ao que pretendo transmitir nesta e em outras publicações que tenho feito, sendo que, antes de fazê-las, também dediquei tempo a outras situações (algumas boas e outras ruins) que me proporcionaram alguma lição que eu pudesse compartilhar com você. Aqui existe um entendimento mútuo, mesmo que inconsciente: eu tenho algo a oferecer e você está disposto a receber; eu fico grato por ser útil a você e em contrapartida você fica feliz por receber isso de mim. De nada valeria eu ter algo a oferecer se você não estivesse a fim de aceitar, da mesma forma que não adiantaria você querer algo que eu não tivesse para dar. Dar não é melhor do que receber, mas receber também não é melhor do que dar. Ambos são bons, desde que o processo “dar-receber” seja recíproco, onde ambas as partes ficam felizes e saem ganhando, caso contrário, o que haveria seria egoísmo, manipulação e/ou chantagem, já que seria interessante apenas para uma das partes em detrimento, prejuízo ou frustração da outra.
Não pretendo, com o título deste artigo, criar um sentido pejorativo ou preconceituoso contra os menos favorecidos que ficam nas esquinas e calçadas pedindo “ajuda”, no entanto, penso que se você desfruta da saúde e inteligência que tem para ainda assim, reclamar da falta de oportunidade no mercado de trabalho, você não está sendo vítima, está sendo egoísta! Esperar a “ajuda” de uma empresa, de um colega ou de um parente para poder trabalhar “em qualquer coisa” o equipara a um mendigo, pois “qualquer trabalho” já vale “alguma coisa”, e isso está de bom tamanho pra você. No entanto, mais grave que isso é quando “qualquer trabalho” aparece e você despreza, recusa, descarta e joga fora! Sim, você é egoísta, você tem um comportamento típico de um mendigo, só para efeito de comparação.
Não peça ajuda, ofereça! Levante da calçada (da sua cadeira ou da sua cama) e comece a ajudar as pessoas que precisam daquilo que (só) você sabe fazer. Elas vão pagá-lo por isso! Pensando bem, trabalhar sentado em casa com a internet também é uma das opções que você tem nos dias atuais. Não se trata de apregoar uma política de um capitalismo selvagem e voraz, mas de fazer você perceber que é possível deixar de ser vítima (da má política públicas do Governo ou da ganância das empresas que demitem ou não querem contratar) e assim começar a ser agente de mudança, na sua vida e nas dos outros, que tanto precisam de alguém como você.
Se você clama tanto por ajuda para ingressar no mercado de trabalho, isso é o que tenho para oferecer. Você aceita esta ajuda ou vai continuar aí sentado, reclamando e praguejando?
Faça, que acontece!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




