Dia desses eu falava com uma colega para saber o que mais a impedia de progredir na vida profissional dela e, para minha surpresa, ela disse que não tinha tempo para se dedicar ao real chamado dela, pois tinha que se dedicar ao trabalho.
Ué, como assim?
Se você ler o artigo “Como ganhar dinheiro, mesmo que você não tenha um centavo para começar”, vai ver que de certa forma, quando chegamos à idade adulta, é quase certo que estejamos “treinados” por nosso sistema educacional a obedecer regras, cumprir objetivos e trabalhar em prol da realização dos ideais de uma empresa – ou nesse caso, de um (grupo de) patrão(ões) – menos nos nossos. A grosso modo, digamos que “nos vendemos” em troca de um salário para fazermos aquilo pelo qual somos pagos a executar. Embora para a minha filosofia isso soe estranho (de ter que depender de um emprego fixo, com carteira assinada para trabalhar), há quem seja feliz assim e isso é louvável! No entanto, existem aqueles que se martirizam de segunda a sexta-feira e só se permitem serem felizes quando saem daquela senzala chamada trabalho.
Claro, conforme falado em “Preguiça”, o ato de você se expor a situações que frequentemente o obriguem a fazer aquilo que não lhe apraz ou não que extraiam o seu real valor e potencial deve ser encarado como uma inconformidade e, portanto, preocupante, muito embora até mesmo no trabalho mais prazeroso encontremos certas dificuldades e desafios – aliás, são eles que contribuem para o nosso desenvolvimento e evolução. No entanto, existem aqueles indivíduos que se vangloriam do arsenal de diplomas que têm e dos inúmeros cursos e viagens que fizeram, mas é só isso e ponto final – não conseguem gerar resultados para outras pessoas fazendo o que “aprenderam”; têm a informação, mas não o conhecimento; destinaram tempo e dinheiro, mas se sentem impedidos de recuperarem o investimento que fizeram porque alegam que não tem emprego nas empresas; culpam a crise, as empresas e o governo, mas são míopes ao bem mais valioso que está bem ao lado deles: pes-so-as!
Ora, quem foi que disse que você precisa da permissão de alguma empresa ou do Governo para ajudar outras pessoas e lucrar honestamente com elas? Claro que existem ramos que exigem você atenda a normas, certificações, padrões de qualidade, etc., mas a grosso modo você bem que poderia dedicar o seu tempo a conhecer os pré-requisitos legais para começar a atuar diretamente para servir pessoas dentro da sua área de competência. Não tem dinheiro para começar? Leia a primeira linha do segundo parágrafo. Não gostou da ideia? Vire parceiro de quem já atua no tal segmento (esqueça a ideia de ser empregado!): aprenda o que fazem, como fazem, como cobram, quanto cobram, quem paga. Feito isso, receba o pagamento da sua parceria, reduza seus custos, não gaste tudo que ganha, invista o que sobrou até finalmente poder montar a estrutura necessária (ou mínima) para o seu negócio.
Empreender não está ligado apenas a máquinas e equipamentos, tal como a era industrial. Hoje, você pode também desenvolver atividades de cunho intelectual e para isso basta um computador, uma boa internet e algumas ideias. Você não precisa seguir a boiada dos desesperados por um emprego, pois muitos desconhecem “A instabilidade da estabilidade”. Portanto, se você ainda não sabe “O que fazer com o seu currículo”, fica a dica: “Não invista em adjetivos” e não se sinta limitado ou envaidecido com a quantidade de diplomas que tem, pois mais importante do que possuí-los é você poder mostrar às pessoas que você é capaz de gerar Resultados.
Faça, que acontece!
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




