Uma das formas que temos de aprender com a vida se dá por meio da utilização de frases prontas que aprendemos, ora por meio de leitura, ora através das frases que nossos amigos, pais e mestres soltam no decorrer da nossa vida e “dar é melhor do que receber” é uma delas.
Quando adolescente, vivi um amor platônico com uma garota que era linda, mas que tinha namorado. Eu sinceramente não entendia o que ela enxergava no tal namorado. Além de não ter uma boa aparência física, ele era grosseiro, falava palavrão pelos cotovelos, vivia proibindo-a de fazer um monte de coisa e tudo era motivo de briga. Apesar de tudo isso, eles não se largavam para nada, enquanto eu, cheio de amor para dar, sofria com aquela vontade de fazer o bem a ela. No entanto, era claro que ela não estava nem um pouco interessada na minha “boa vontade”.
Outra vez, quando recebi a visita de um pedinte em minha casa, separei alguns alimentos não-perecíveis, arrumei tudo em sacola única e entreguei àquele necessitado que sequer tinha o que comer. Em resposta, ele esbravejou dizendo que aquilo não dava para nada e simplesmente deixou a doação caída na calçada, partindo em seguida atirando uma série de palavras de baixo calão contra minha família.
Dar é melhor do que receber? Juntei essas com outras experiências e comecei a questionar isso. De que adianta você ter algo a dar se não há ninguém disposto a receber? Da mesma forma, de que adianta estar preparado para receber algo se não existe ninguém para dar? Partindo desse princípio, concluí que satisfação ou frustração podem ocorrer em ambos os casos, para o bem ou para o mal, e por esse motivo penso que um é tão importante quanto o outro.
Somos egoístas quando queremos dar forçosamente algo a alguém que não quer o que temos: isso é sufocante, chantagioso e até manipulador, pois tal ação parece requerer algo em troca em nosso favor, constrangendo aquele que não está apto para tal “benevolência”. Somos egoístas quando só queremos receber: tal comportamento soa como ingratidão, mesquinhez e total dependência do outro, o que resulta em um parasitismo social e/ou emocional.
No que diz respeito ao mercado de trabalho, percebo muitas empresas estão aptas a contratar (dar), mas poucos candidatos estão aptos a serem contratados (receber); muitos candidatos estão dispostos a serem contratados em determinadas áreas (dar) mas nem todas as empresas estão precisando de tais profissionais (receber).
Por esse motivo, se você está desempregado, sugiro que ao invés de ficar procurando empresas DAR a você a oportunidade de RECEBER um emprego, procure inverter o quadro: procure DAR as suas habilidades para pessoas normais que precisam RECEBER o seu trabalho e em troca estão dispostas a pagá-lo (DAR) por isso. Com certeza você ficará feliz em ser recompensado (RECEBER) e ambos ficarão felizes. Como eu falei anteriormente, nenhum é mais importante que o outro – você precisa de seus clientes, mas seus clientes também precisam de você; ambos estão dispostos a dar (o serviço e o dinheiro) e ambos estão dispostos a receber (o dinheiro e o serviço).
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Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
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