Você já forjou um atestado médico?
Estatisticamente falando, é quase certo que após o sexto mês no seu emprego, você acabe começando a sentir o stress da rotina do seu trabalho e alguns dos exemplo disso serão dores de cabeça, insônia, preguiça, dificuldade de raciocinar e até mesmo constantes desentendimentos na equipe ou com seus superiores.
Resultado: você vai começar a “adoecer” por causa do ambiente de trabalho e aí que você querer motivo para não querer mais trabalhar! Resultado: é quase certo que você vai querer recorrer ao atestado médico, ainda que você “não tenha nada”, mas acredite, esse é o sinal de que provavelmente algo de errado está acontecendo sim com você e num prazo maior ou menor, você vai começar a sentir as consequências, principalmente se for do tipo que simplesmente odeia o trabalho que faz!
Dica para relaxar: se você pensa em vir a Manaus (AM), não deixe de conhecer os nossos balneários naturais! A nossa água doce e tranquila vai dar “um banho” no seu stresse! Você pode apenas contemplar o cenário, como pode dar um mergulho no nosso rio, comer um peixe especial, praticar Stand Up Paddle (SUP). O risco é você se apaixonar e querer repetir várias vezes!
Faça, que acontece!
Gostou? Deixe seus comentários, dúvidas e sugestões abaixo ou cadastre-se e saiba o que eu fiz para começar a ganhar dinheiro mesmo sendo desempregado e como você pode fazer o mesmo, independente da sua área de atuação. Basta clicar aqui!





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




