Muito cuidado ao dizer sim a todos os seus clientes
Ixe mano. Acredite, nem sempre vale a pena, a não ser que você tenha um tipo de cliente especial: aquele cliente que gosta e valoriza tanto o que você faz, que ele estará sempre disposto a tê-lo trabalhando com ele, mesmo que você não possa (ou consiga) entregar ou executar certas coisas no seu padrão de qualidade.
O cliente nem sempre tem razão. Clique aqui e saiba mais.
Isso se aplica a todas as áreas?
Esta dica se aplica perfeitamente a músicos, arquitetos, médicos, fotógrafos, designers, consultores e demais profissionais que são responsáveis pelos próprios resultados, pois embora muitas vezes seja muito bom gostar do que você faz, é muito importante você se empenha em trabalhar com qualidade de clientes e não necessariamente com quantidade. De preferência, comece a cons
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Você é um Home Officer?
Ou seja, um profissional que trabalha na própria casa através do seu escritório, estúdio residencial ou já atende em uma clínica ou consultório próprio? Se você disse que sim, eu separei algumas dicas de marketing muito simples, porém super poderosas, para você aplicar agora ao seu negócio (inclusive respeitando regras de certos conselhos profissionais), e melhor ainda se você já tem quem fique cuidando das suas páginas na internet, nós vamos precisar muito dela! Cadastre-se agora clicando aqui e saiba como posicionar melhor o seu empreendimento, reduzir as suas despesas de comunicação e claro, atrair mais clientes em potencial para comprar aquilo que você oferece, seja no offline ou no digital.

Depoimento sobre meu trabalho





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




