Sem entrar no mérito religioso da questão, desde os tempos mais remotos (e isso você pode conferir inclusive no livro do Antigo Testamento) existem aqueles indivíduos que se submetem às vontades e/ou ordens dos seus senhores, imperadores, reis, etc. A esses indivíduos chamamos escravos ou servos: faziam todo dia as mesmas coisas e muitas vezes sequer precisavam do cérebro para desenvolver as suas atividades, já que só faziam o que lhes mandavam; se sentiam sufocados, pois não viam a hora de sair daquele ambiente pesado, penoso e estressante para poderem aproveitar a vida com o que realmente lhes interessava, aliás, ao entrar naquele recinto, sentiam que perdiam vida (e de fato, muitos a perdiam) com as chicotadas, que eram não só morais, como também físicas; viviam esgotados, exaustos, frustrados e por esse motivo, cada folga era motivo de festa: enfim, iam poder ser livres, felizes…vivos!
Mudou ou não mudou?
O engraçado é que nos dias atuais a única coisa que mudou foram os sinônimos das respectivas atribuições. Não existem mais senhores, imperadores ou reis (pelo menos aqui no Brasil), mas patrões ou chefes; não existem mais escravos ou servos, mas funcionários ou empregados. Esses “escravos” vivem reclamando das condições às quais são submetidos: o salário mal paga as contas, todo dia eles fazem tudo sempre igual (salve Chico Buarque!), ficam presos e angustiados no trânsito, não veem a hora de terminar o expediente, de chegar a sexta-feira, de vir o próximo feriado; só fazem o que mandam, não veem a hora de ir para casa, se sentem sufocados, esgotados, exaustos, frustrados, envelhecem mais depressa, reclamam o tempo todo do corpo, do colega, do vizinho, da vida, da segunda-feira e affff…vivem uma vida sem propósito e sem significado.
Os senhores dos escravos (aliás, os patrões) reclamam da mesma forma! Acham que pagam mais do que deviam, que seus subordinados vivem enrolando e ainda por cima querem receber hora extra, que não têm compromisso com os seus clientes, que não têm ideias novas, que chegam em cima da hora quando já deviam estar trabalhando e saem em cima da hora quando ainda deviam estar produzindo. Da mesma forma que os primeiros, eles estão frustrados, estressados, exaustos e esgotados!
Emprego não, em um prego!
Conforme eu já falei no artigo “Não aja como seus pais”, muitos aprenderam com os genitores dos seus genitores a se empenharem para conseguir um emprego com salário fixo numa empresa e, quando conseguem, interpretam isso como uma grande conquista! Em sua alegre ignorância, comemoram com veemente satisfação por terem que viver 1/3 dos seus dias (outros at
é mais) sob instrumentos de dominação que, embora não sejam chicotes ou chibatas, são salários abaixo das suas necessidades, um cartão ou folha de ponto que determina a que horas devem chegar e sair, se submetendo a tarefas que na maioria das vezes não trazem realização, já que é um trabalho feito apenas de corpo, mas não de alma. Pessoas assim sofrem sem sair do lugar, mas aprenderam a ter que aguentar firme; cantam o “deixa a vida me levar, vida leva eu” e permanecem fiéis ao “destino” que alguma entidade divina lhes deu, esperam um ano novo, mas continuam no ano velho, com a mesma mentalidade, a mesma rotina e os mesmo hábitos.
A escravidão atual não é a mesma que aprendemos nos livros de história – essa foi (e em alguns casos ainda é) a do tipo física – mas infelizmente muitos ainda são escravos de um pensamento servil, obediente e mecânico, pois só se permitem ser felizes aos fins de semana e feriados, uma vez que na segunda-feira tudo vai começar de novo, com as suas mãos e mente atadas por correntes que lhes puseram, tal como os Poetas Mortos que cometeram Suicídio.
E então? Quer ser contratado?





Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




