Eu já fiz uma publicação sobre 5 indícios que mostram que você nunca vai ser rico, e lá eu falo que um deles é que você não trabalha (ressaltando que eu não mencionei que “você não tem emprego”). No entanto, paradoxalmente, cabe aqui uma pergunta: por que você trabalha tanto? Para pagar suas contas e ter suas coisas? Bom, pelo menos acho que sim, né? Ou será que você tem alguém que pode bancar as suas despesas à vontade?
Necessário x Desnecessário
Todos nós temos nossas necessidades, desde as mais básicas (como as de cunho fisiológico e as ligadas à alimentação) até ligadas a segurança, proteção, amizade, aceitação e auto realização. No entanto, no que diz respeito às finanças, não é raro encontrar pessoas especialistas em adquirir (longas e desnecessárias) dívidas e, se você é desse tipo de gente é fácil perceber quando mais dinheiro não resolve o seu problema e que você, enquanto indivíduo, não passa de um sedutor endividado, pois vive em função de mostrar o que tem, o que possui e o que compra, ainda mais nos dias de hoje, onde o narcisismo impera de forma cada vez mais contundente nas redes sociais, onde as pessoas em sua grande maioria fazem questão de mostrar o quanto são felizes, amadas e bem-sucedidas. Mas isso é outra conversa.
Seis por meia dúzia
Talvez o conceito de independência financeira tenha sido distorcido pela mídia através da publicidade, que está o tempo todo dizendo o que você deve ser, usar, calçar, vestir, falar, etc. no entanto é importante esclarecer que ela – a independência financeira – de forma bem sucinta, consiste na ideia de que você não precise ou não deveria necessitar de dinheiro para viver dentro de um padrão que você julgue satisfatório. Enquanto achar que para viver uma vida “boa” você precisa urgentemente de dinheiro, você será um eterno dependente financeiro e, se você acredita que a única forma de conseguí-lo é através de mais trabalho, sinta-se avisado: não é neste, nem o próximo e nem qualquer ocupação ou emprego que vai deixa-lo sossegado, pois você sempre vai querer consumir mais. Enquanto você aumentar o seu padrão de vida na medida em que ganha mais dinheiro, mais dinheiro vai precisar para se manter naquela posição social e, de quanto mais dinheiro você precisar, mais trabalho você acha que há de ter (ou de fazer).
E então, como vai vo$$ê?
O dinheiro é uma forma de dizer como você vai na vida, com os resultados e valores que você consegue oferecer e agregar a outras pessoas e, a grosso modo, ele nunca deveria mudar a essência dos seus valores iniciais (e isso não importa o nível em que você se encontra agora). Enquanto trabalhar apenas com o objetivo de exibir e ostentar alto status social, você estará terrivelmente condicionado a viver como quem corre numa esteira: não vai parar nunca, caso contrário, você vai cair e se machucar! E acredite, a dor e o prejuízo vão ser sentidos no seu bolso!
Conclusão
A frugalidade não deve ser algo altruísta, da mesma forma que o consumo desenfreado e irresponsável de curto prazo não podem comprometer a qualidade do seu sono e da sua vida financeira num prazo mais estendido. Aproveite as coisas boas da vida, tenha objetivos de consumo num prazo específico e trabalhe de forma concentrada e efetiva para atingi-los. Depois de conquistados tais objetivos invente outros e assim sucessivamente. São as metas de longo prazo que inspiram você a querer hoje pensando no amanhã, pois você sempre terá algo com maior significado para lutar. Do contrário, se você só se vê comprando coisas de curto prazo que se tornam obsoletas em pouco tempo, não vai demorar para que você se sinta numa vida sem a emoção de ter que lutar por algo difícil, pois sempre vai estar se auto sabotando com desculpas para não se desafiar. Aliás, lembrei de um ditado que diz o seguinte: “quem compra o que não precisa rouba de si mesmo”.
Faça que acontece!
Confira mais:






Eu sou Rafael Freire, manauara, publicitário, cantor, multi-instrumentista e especialista em vendas online. Mas, antes disso tudo eu fui mais um cara acreditando que o auge da vida era ter uma carteira de trabalho assinada. Como todo bom cidadão doutrinado pelo sistema educacional, sonhei com o “emprego ideal”: salário fixo, crachá, horário pra bater e fim de semana com respiro.
Consegui!
Durou 6 meses (Kkkk)!!
E ali eu saquei: ou eu esperava alguém me dar oportunidade… ou eu começava a criar as minhas.
Foi aí que parei de mandar currículo, e comecei a oferecer o que eu já fazia de melhor — primeiro com a música, depois com o marketing. Descobri que dava pra ajudar gente de verdade e ser pago por isso. E melhor: sem precisar fingir ser alguém que eu não era.
Em 2008 nasceu a minha "eugência", a N’Ativa Publicidade, com o objetivo de ajudar microempreendedores a venderem mais em ações de curto prazo.
Hoje, continuo nesse jogo — agora com mais estratégia, mais presença e mais verdade, transformando histórias reais em posicionamentos fodas, vendas constantes e liberdade de vida.
Portanto, seja você um profissional travado ou um empresário frustrado com o marketing robótico, sem sal e sem graça, o que eu ensino e aplico não é sobre “como vender mais” e todo aquele blá blá blá técnico que você já deve estar saturado de ver e ouvir por aí. É sobre se posicionar e lucrar com autenticidade, alma e tesão a partir do que você já é foda em fazer!
Faça, que acontece!




